Publicado 01/07/2022 11:30 | Atualizado 01/07/2022 15:01
Rio - O carnaval, o samba e a produção cultural vão à universidade e ao museu a partir de julho. O Museu do Samba está com inscrições abertas para programas de capacitação em várias frentes culturais. Em parceria com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), o museu vai promover um curso de formação para agentes culturais, com 40 horas de carga horária e aulas no campus da universidade. Já em sua sede, localizada aos pés do morro de Mangueira, serão oferecidas oficinas de arte carnavalesca, com ensino de técnicas de adereços e chapelaria, além de aulas de dança. Todos os cursos são gratuitos. As inscrições estão disponíveis no link. As atividades contam com o apoio da Secretaria Especial da Cultura, do Ministério do Turismo, Governo Federal.
Agente cultural na UERJ
Com 40 horas de oficinas, aulas teóricas, atividades extraclasse e seminário final na área de economia criativa do samba e carnaval, a formação para agentes culturais acontece entre 12 de julho e 25 de outubro, sempre às terças-feiras, de 18h às 20h, no campus da UERJ, no Maracanã, Zona Norte do Rio. São apenas 60 vagas. Outras informações pelo e-mail agente.cultural.2022@gmail.com.
Entre os professores e instrutores estão nomes como Átila Roque, diretor do escritório brasileiro da Ford Foundation, Milton Cunha, carnavalesco e apresentador, Mônica Lima, coordenadora do Laboratório de Estudos Africanos(LEÁFRICA) do Instituto de História da UFRJ, Felipe Ferreira, criador do Centro de Referência do Carnaval da UERJ e jurado do Estandarte de Ouro, Marcelo Guedes, doutor em Administração e coordenador de graduação da ESPM/RJ, Gabriel Haddad e Leonardo Bora, carnavalescos da escola de samba Grande Rio (campeã do Carnaval 2022) e Nilcemar Nogueira, doutora em Psicologia Social pela UERJ e fundadora do Museu do Samba.
Os participantes terão aulas sobre elaboração de projetos, captação de recursos, gestão institucional, curadoria de eventos, comunicação e relações com a imprensa, branding, marketing cultural, gestão de pessoas, projeto artístico de carnaval e exposição carnavalesca. Na área teórica, serão abordados temas como ‘Herança Africana e Antirracismo’, ‘Museu, colonialismo e espaços de poder’, ‘Empoderamento Feminino Negro’ e ‘Entre a Universidade e as escolas de samba: consolidando epistemologias’.
“Esta parceria com a UERJ é uma grande oportunidade de troca de experiências entre fazedores de cultura, produtores culturais, formuladores de conhecimento e a comunidade acadêmica. Com essa troca de experiências e reflexões, temos a intenção de contribuir para melhorar a gestão de projetos culturais e sociais, promovendo um impacto positivo junto ao seu público-alvo e democratizando o acesso às melhores práticas de produção cultural”, afirma Nilcemar Nogueira, idealizadora do projeto.
Arte carnavalesca, dança do samba e dança de salão
Localizado aos pés do morro de Mangueira, o Museu do Samba vai abrigar em sua sede três outros cursos de capacitação, todos gratuitos. Aos sábados, de 14h30 às 16h30, a dançarina Thay Barbosa, integrante da ala de passistas do Salgueiro, ensina os alunos técnicas e segredos da dança do samba.
Às segundas e quartas, de 15h às 16h, é a vez do curso de Arte Carnavalesca, com o aderecista Driko Rodrigues, que possui 17 anos de experiência, com passagens por escolas como Mangueira, Portela, Unidos da Tijuca e Mocidade Independente de Padre Miguel, e confeccionista do Grupo de Bate-bola Rodado União de Realengo. O principal objetivo é ensinar técnicas para quem quer trabalhar com arte, seja em escolas de samba ou outros projetos cenográficos, por meio da criação e montagem de adereços.
Já às terças e quintas, de 17h às 18h, é a vez das aulas de dança de salão, com ensinamentos de passos de samba, gafieira, bolero e soltinho, entre outros estilos.
Outras informações sobre estas atividades podem ser obtidas pelo e-mail contato@museudosamba.org.br
Entre os professores e instrutores estão nomes como Átila Roque, diretor do escritório brasileiro da Ford Foundation, Milton Cunha, carnavalesco e apresentador, Mônica Lima, coordenadora do Laboratório de Estudos Africanos(LEÁFRICA) do Instituto de História da UFRJ, Felipe Ferreira, criador do Centro de Referência do Carnaval da UERJ e jurado do Estandarte de Ouro, Marcelo Guedes, doutor em Administração e coordenador de graduação da ESPM/RJ, Gabriel Haddad e Leonardo Bora, carnavalescos da escola de samba Grande Rio (campeã do Carnaval 2022) e Nilcemar Nogueira, doutora em Psicologia Social pela UERJ e fundadora do Museu do Samba.
Os participantes terão aulas sobre elaboração de projetos, captação de recursos, gestão institucional, curadoria de eventos, comunicação e relações com a imprensa, branding, marketing cultural, gestão de pessoas, projeto artístico de carnaval e exposição carnavalesca. Na área teórica, serão abordados temas como ‘Herança Africana e Antirracismo’, ‘Museu, colonialismo e espaços de poder’, ‘Empoderamento Feminino Negro’ e ‘Entre a Universidade e as escolas de samba: consolidando epistemologias’.
“Esta parceria com a UERJ é uma grande oportunidade de troca de experiências entre fazedores de cultura, produtores culturais, formuladores de conhecimento e a comunidade acadêmica. Com essa troca de experiências e reflexões, temos a intenção de contribuir para melhorar a gestão de projetos culturais e sociais, promovendo um impacto positivo junto ao seu público-alvo e democratizando o acesso às melhores práticas de produção cultural”, afirma Nilcemar Nogueira, idealizadora do projeto.
Arte carnavalesca, dança do samba e dança de salão
Localizado aos pés do morro de Mangueira, o Museu do Samba vai abrigar em sua sede três outros cursos de capacitação, todos gratuitos. Aos sábados, de 14h30 às 16h30, a dançarina Thay Barbosa, integrante da ala de passistas do Salgueiro, ensina os alunos técnicas e segredos da dança do samba.
Às segundas e quartas, de 15h às 16h, é a vez do curso de Arte Carnavalesca, com o aderecista Driko Rodrigues, que possui 17 anos de experiência, com passagens por escolas como Mangueira, Portela, Unidos da Tijuca e Mocidade Independente de Padre Miguel, e confeccionista do Grupo de Bate-bola Rodado União de Realengo. O principal objetivo é ensinar técnicas para quem quer trabalhar com arte, seja em escolas de samba ou outros projetos cenográficos, por meio da criação e montagem de adereços.
Já às terças e quintas, de 17h às 18h, é a vez das aulas de dança de salão, com ensinamentos de passos de samba, gafieira, bolero e soltinho, entre outros estilos.
Outras informações sobre estas atividades podem ser obtidas pelo e-mail contato@museudosamba.org.br
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