Publicado 12/09/2022 17:42 | Atualizado 12/09/2022 22:21
Rio – O corpo do comerciante Miguel de Lima Bastos, de 29 anos, foi sepultado na tarde desta segunda-feira (12), no Cemitério de Carlos Sampaio, em Nova Iguaçu. Miguel foi assassinado por um policial militar após uma confusão durante uma festa. Segundo parentes de Miguel, ele havia iniciado um negócio há pouco mais de cinco meses e tinha saído para se divertir com a mulher quando foi assassinado.
Segundo Carlos Alberto, primo de Miguel, o disparo que o matou foi motivado por uma briga entre a esposa dele e a ex-namorada. "Eles tinham saído para essa festa depois do expediente do Miguel no bar. Chegaram lá e logo que entraram teve um primeiro bate-boca entre a esposa do Miguel e essa ex dele. Ela chamou o namorado PM, a confusão seguiu, mas depois ficou tudo bem", comentou Carlos.
Entretanto, o disparo só teria acontecido numa segunda discussão, pouco tempo depois. "Mais tarde, outra briga entre elas voltou a acontecer, o PM sacou a arma para dar uma coronhada na esposa do Miguel. Quando ele tentou intervir, esse policial atirou no peito dele", contou o primo.
Familiares da vítima estiveram, no início da manhã desta segunda, no Instituto Médico Legal de Nova Iguaçu, para a liberação do corpo.
"A família está destruída agora. Infelizmente perdemos uma pessoa batalhadora e que era querida por todos", comentou Carlos Alberto, primo do jovem. Ele esteve ao lado de outros dois tios da vítima no instituto.
Após o enterro, amigos de Miguel, realizaram uma motociata em protesto contra sua morte em frente à casa do comerciante, na Rua Maricá, em São João de Meriti. O comerciante deixa uma esposa e dois filhos, um menino de 10 anos e uma menina de 4 anos.
Segundo Carlos Alberto, primo de Miguel, o disparo que o matou foi motivado por uma briga entre a esposa dele e a ex-namorada. "Eles tinham saído para essa festa depois do expediente do Miguel no bar. Chegaram lá e logo que entraram teve um primeiro bate-boca entre a esposa do Miguel e essa ex dele. Ela chamou o namorado PM, a confusão seguiu, mas depois ficou tudo bem", comentou Carlos.
Entretanto, o disparo só teria acontecido numa segunda discussão, pouco tempo depois. "Mais tarde, outra briga entre elas voltou a acontecer, o PM sacou a arma para dar uma coronhada na esposa do Miguel. Quando ele tentou intervir, esse policial atirou no peito dele", contou o primo.
Familiares da vítima estiveram, no início da manhã desta segunda, no Instituto Médico Legal de Nova Iguaçu, para a liberação do corpo.
"A família está destruída agora. Infelizmente perdemos uma pessoa batalhadora e que era querida por todos", comentou Carlos Alberto, primo do jovem. Ele esteve ao lado de outros dois tios da vítima no instituto.
Após o enterro, amigos de Miguel, realizaram uma motociata em protesto contra sua morte em frente à casa do comerciante, na Rua Maricá, em São João de Meriti. O comerciante deixa uma esposa e dois filhos, um menino de 10 anos e uma menina de 4 anos.
Amigos de comerciante assassinado por PM na Baixada realizaram uma motociata, como forma de protesto, após o enterro.
Crédito: Reprodução#ODia pic.twitter.com/yFtR6o7CyJ
A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investiga a morte de Miguel. Os agentes da especializada chegaram a realizar perícia no local onde o crime aconteceu e ouviram testemunhas. O caso também é acompanhado pela Corregedoria da Polícia Militar. De acordo com a Polícia Militar, o agente se apresentou no 21º BPM (São João de Meriti) onde conversou com o comandante e não foi preso. A corporação reiterou estar à disposição da Polícia Civil. A identidade do PM não foi confirmada pelas autoridades.
Leia mais
Comentários
Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.