Publicado 15/07/2023 16:09 | Atualizado 15/07/2023 18:15
Rio - Juliana Barboza de Lima, de 34 anos, foi sepultada na manhã deste sábado (15), no Cemitério Vertical Memorial do Rio, na Rodovia Washington Luiz, em Duque de Caxias, Baixada Fluminense. A mulher foi morta a facadas pelo ex-companheiro Jonathan da Silva Viriato Xavier, de 25 anos, na quinta-feira passada (13), em Jardim Gramacho, na Baixada Fluminense. Após cometer o crime, ele se matou.

Amigos e familiares prestaram as últimas homenagens à Juliana. Segundo eles, a mulher era considerada uma "menina de sorriso leve e coração grande", e "tranquila e amorosa com a família e amigos". A vítima deixa uma filha de dois anos.
"Ela era uma menina muito feliz, o maior medo dela era morrer e deixar a filha dela. Sempre muito batalhadora, estava conquistando suas coisas junto com sua filha. Perdi uma filha, minha menina se foi", desabafou Rilds, tia de Juliana.
O crime foi registrado na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), que cumpre diligências para concluir o caso.
Crime motivado por ciúmes
De acordo com amigas e Juliana, o Jhonatan tinha muito ciúme da ex-companheira e não aceitava o fim do relacionamento de nove anos. "Era doente por ela e se transformou nesse monstro que fez isso", desabafou uma amiga de Juliana. Uma outra conhecida da vítima descreveu a morte dela como "cruel". "Que mundo é esse, Senhor? Amiga, sem acreditar. Que dor, que perda. Você se foi tão nova e de uma forma tão cruel. Hoje perdi uma amiga por causa de um doente que dizia amá-la. Até quando viveremos assim? Descanse em paz, Juliana", escreveu a colega.
Crime motivado por ciúmes
De acordo com amigas e Juliana, o Jhonatan tinha muito ciúme da ex-companheira e não aceitava o fim do relacionamento de nove anos. "Era doente por ela e se transformou nesse monstro que fez isso", desabafou uma amiga de Juliana. Uma outra conhecida da vítima descreveu a morte dela como "cruel". "Que mundo é esse, Senhor? Amiga, sem acreditar. Que dor, que perda. Você se foi tão nova e de uma forma tão cruel. Hoje perdi uma amiga por causa de um doente que dizia amá-la. Até quando viveremos assim? Descanse em paz, Juliana", escreveu a colega.
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