Publicado 23/06/2024 00:00
A psicóloga clínica Flávia Costa esclarece que "a sintomatologia física do burnout costuma ser o ponto de atenção que leva as pessoas a buscarem tratamento ou procurarem atendimento emergencial", pontua.
PublicidadeO diagnóstico de burnout deve ser realizado por um psicólogo ou psiquiatra, de preferência especialista na área, para que se possa desenvolver um tratamento multidisciplinar. Esse tratamento é focado na mudança de estilo de vida e na criação de uma nova relação com o trabalho, promovendo o autoconhecimento, novas estratégias de manejo do estresse e a identificação dos propósitos profissionais e de carreira.
A base para o tratamento do burnout é a mudança no estilo de vida, pois isso interfere diretamente na redução do estresse e da ansiedade. Hábitos essenciais a serem incorporados na rotina, dentro das possibilidades de cada um, incluem:
•Realizar higiene do sono regularmente, e dormir entre 7-9 horas de sono.
•Redução do uso de telas.
•Atividade física de alta intensidade (cardio) – tem sido relacionado à ativação de opioides endógenos, contribuindo para maior alívio do estresse.
•Atividade física, pelo menos, 3x na semana, durante 30 minutos - A contração rítmica da musculatura, que é gerada em qualquer tipo de exercício, aumenta os níveis de serotonina, neurotransmissor que influencia direta e indiretamente células cerebrais relacionadas com o humor e ajuda a combater pensamentos negativos.
•Alimentação nutritiva - A falta de nutrientes na dieta, especialmente vitamina B12, pode afetar a produção de serotonina e dopamina no nosso organismo, levando o indivíduo a sentir ansiedade, irritabilidade, e humor deprimido. Além disso, ficar sem comer adequadamente, reduzindo drasticamente a ingestão de calorias sem, também pode gerar um processo de irritabilidade e estresse.
•Realizar pequenas pausas ao longo do expediente de trabalho.
•Atividades de lazer ao longo da semana, para que o individuo não tenha a sensação que “só vive” aos fins de semana.
•Autopercepção diária – guardar um momento do dia para pensar sobre suas ações, sentimentos e pensamentos, para tornar-se mais consciente, e não viver no “piloto automático”.
•Práticas de meditação, mindfulness e yoga tem-se mostrado eficazes na prevenção do estresse e autocuidado emocional.
•Evitar consumo de álcool e substâncias psicoativas.
•Realizar higiene do sono regularmente, e dormir entre 7-9 horas de sono.
•Redução do uso de telas.
•Atividade física de alta intensidade (cardio) – tem sido relacionado à ativação de opioides endógenos, contribuindo para maior alívio do estresse.
•Atividade física, pelo menos, 3x na semana, durante 30 minutos - A contração rítmica da musculatura, que é gerada em qualquer tipo de exercício, aumenta os níveis de serotonina, neurotransmissor que influencia direta e indiretamente células cerebrais relacionadas com o humor e ajuda a combater pensamentos negativos.
•Alimentação nutritiva - A falta de nutrientes na dieta, especialmente vitamina B12, pode afetar a produção de serotonina e dopamina no nosso organismo, levando o indivíduo a sentir ansiedade, irritabilidade, e humor deprimido. Além disso, ficar sem comer adequadamente, reduzindo drasticamente a ingestão de calorias sem, também pode gerar um processo de irritabilidade e estresse.
•Realizar pequenas pausas ao longo do expediente de trabalho.
•Atividades de lazer ao longo da semana, para que o individuo não tenha a sensação que “só vive” aos fins de semana.
•Autopercepção diária – guardar um momento do dia para pensar sobre suas ações, sentimentos e pensamentos, para tornar-se mais consciente, e não viver no “piloto automático”.
•Práticas de meditação, mindfulness e yoga tem-se mostrado eficazes na prevenção do estresse e autocuidado emocional.
•Evitar consumo de álcool e substâncias psicoativas.
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