Publicado 25/09/2024 15:17 | Atualizado 25/09/2024 16:02
Rio - A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (25), uma operação contra organização criminosa especializada em fraudar pagamentos judiciais que provocou um prejuízo estimado de R$ 2,5 milhões. De acordo com a corporação, 60 policiais cumprem 12 mandados de busca e apreensão e três mandados de entrega de documentos.
O cumprimento se dá em cartórios de ofícios de notas, escritórios de advocacia e despachantes, além da residência de investigados na capital, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, em Niterói e Maricá, na Região Metropolitana.
Segundo a PF, os agentes chegaram até a organização criminosa a partir de uma prisão em agência da Caixa Econômica Federal. O preso tentava indevidamente fazer o saque de um precatórios, que é como são chamadas as ordens de pagamento depositadas pela Justiça Federal.
Diante da prisão, os investigadores identificaram outras operações suspeitas. A ação do bando consistia no desvio de informação de precatórios aprovados para saques de terceiros. Com essa confirmação, os bandidos falsificavam as procurações para se passar pelos beneficiários.
PublicidadeO cumprimento se dá em cartórios de ofícios de notas, escritórios de advocacia e despachantes, além da residência de investigados na capital, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, em Niterói e Maricá, na Região Metropolitana.
Segundo a PF, os agentes chegaram até a organização criminosa a partir de uma prisão em agência da Caixa Econômica Federal. O preso tentava indevidamente fazer o saque de um precatórios, que é como são chamadas as ordens de pagamento depositadas pela Justiça Federal.
Diante da prisão, os investigadores identificaram outras operações suspeitas. A ação do bando consistia no desvio de informação de precatórios aprovados para saques de terceiros. Com essa confirmação, os bandidos falsificavam as procurações para se passar pelos beneficiários.
O prejuízo constatado nas procurações estimado é de R$ 2,5 milhões.
Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, estelionato e falsificação de documento público, que pode render pena de até 18 anos de prisão.
Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, estelionato e falsificação de documento público, que pode render pena de até 18 anos de prisão.
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