O subtenente Anderson Figueira estava na PM havia 23 anosReprodução / Redes Sociais
Publicado 02/09/2025 19:24 | Atualizado 02/09/2025 21:51
Rio – O corpo do subtenente Anderson de Souza Figueira, de 43 anos, morto durante operação no Complexo do Chapadão, foi sepultado na tarde desta terça-feira (2), no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na Zona Oeste. Ele entra para a estatística como o 37º PM assassinado no estado do Rio somente em 2025 - sete deles estavam em serviço.
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O subtenente estava lotado no 41º BPM (Irajá) e integrava a corporação havia 23 anos. Nesta segunda (1º), atuava em uma operação para coibir roubos de veículos e cargas e disputas territoriais entre traficantes do Chapadão, ligados ao Comando Vermelho (CV), e do Complexo da Pedreira, dominado pelo Terceiro Comando Puro (TCP). Junto com uma equipe, o agente fazia buscas em uma igreja, na Rua Javatá, entre as localidades Final Feliz e Himalaia, em Anchieta, a fim de prender lideranças do crime.
Durante a ação, bandidos escondidos no banheiro do templo atacaram os policiais a tiros e acabaram baleando Figueira na região acima do colete, próximo ao pescoço. Ele chegou a ser levado ao Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, em Acari, também na Zona Norte, mas já chegou sem vida à unidade. Além do PM, dois suspeitos morreram. Fuzis, drogas, coletes balísticos, radiotransmissores, carregadores e granadas foram apreendidos.
Nesta terça (2), o Disque Denúncia divulgou um cartaz pedindo informações que levem à localização de envolvidos na morte do PM. O Núcleo de Investigações de Morte de Agentes de Segurança, da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), apura o crime.
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