Publicado 07/09/2025 16:12 | Atualizado 07/09/2025 16:25
Rio - Familiares, artistas e fãs de Silvio Tendler se despediram do cineasta na manhã deste domingo (7), no Cemitério Israelita do Caju, na Zona Portuária do Rio. A cerimônia foi marcada por homenagens e pelo reconhecimento à sua trajetória no audiovisual.
O documentarista morreu aos 75 anos, vítima de uma infecção generalizada. Ele estava internado no Hospital Copa Star, em Copacabana, na Zona Sul do Rio. Tendler deixa uma filha e um neto. Como tributo, a TV Brasil exibirá às 23h45 deste domingo (7) o documentário Glauber, o Filme – Labirinto do Brasil.
Ao longo de mais de cinco décadas de carreira, o cineasta produziu e dirigiu mais de 70 filmes e 12 séries televisivas. Conhecido como o "cineasta dos sonhos interrompidos" ou o "cineasta dos vencidos", foi autor de obras marcantes como Jango (1984), Os Anos JK (1980), O Mundo Mágico dos Trapalhões (1981) e O Veneno Está na Mesa (2011).
PublicidadeO documentarista morreu aos 75 anos, vítima de uma infecção generalizada. Ele estava internado no Hospital Copa Star, em Copacabana, na Zona Sul do Rio. Tendler deixa uma filha e um neto. Como tributo, a TV Brasil exibirá às 23h45 deste domingo (7) o documentário Glauber, o Filme – Labirinto do Brasil.
Ao longo de mais de cinco décadas de carreira, o cineasta produziu e dirigiu mais de 70 filmes e 12 séries televisivas. Conhecido como o "cineasta dos sonhos interrompidos" ou o "cineasta dos vencidos", foi autor de obras marcantes como Jango (1984), Os Anos JK (1980), O Mundo Mágico dos Trapalhões (1981) e O Veneno Está na Mesa (2011).
Trajetória
Nascido em 1948, no Rio de Janeiro, Tendler ficou conhecido por seus documentários que exploram a história recente do país, muitas vezes focando em personalidades famosas e movimentos sociais. Fundador da produtora Caliban Produções, Tendler produziu e dirigiu mais de 70 filmes entre curtas, médias e longas-metragens em formato documental, além de 12 séries. Ele também foi membro fundador da Fundação do Novo Cinema Latino-Americano e atuou como conselheiro da Associação Brasileira de Imprensa (ABI).
Em 2005, Tendler foi homenageado com o Prêmio Salvador Allende no Festival de Trieste, na Itália, pelo conjunto de sua obra. Seu legado permanece como um importante registro da memória política e social do Brasil, sendo suas produções utilizadas em escolas e universidades como material de estudo.
O filme sobre o ex-presidente João Goulart é, até os dias atuais, uma das maiores bilheterias de documentário no Brasil, com 1 milhão de espectadores.
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