Publicado 28/10/2025 21:16 | Atualizado 29/10/2025 06:47
Rio - O Escritório de Direitos Humanos da ONU disse no X (antigo Twitter) estar "horrorizado" com a operação policial, e lembrou às autoridades brasileiras "suas obrigações" segundo as leis internacionais.
Publicidade"Esta operação mortal reforça a tendência de consequências letais extremas das operações policiais nas comunidades marginalizadas do Brasil. Lembramos às autoridades suas obrigações sob o direito internacional dos direitos humanos e pedimos investigações rápidas e eficazes", afirma a mensagem publicada no X.
"Uma operação policial que resulta na morte de mais de 60 moradores e policiais é uma enorme tragédia", afirmou por sua vez César Muñoz, diretor da Human Rights Watch no Brasil, que pediu ao Ministério Público a instauração de investigações para esclarecer as circunstâncias de "cada morte".
O deputado federal e pastor evangélico Henrique Vieira (PSOL-RJ) denunciou que o governo estadual "trata a favela como território inimigo, com licença para atirar e matar".
Em 2020, o Supremo Tribunal Federal (STF) impôs algumas restrições a essas operações nas favelas, como a limitação do uso de helicópteros e da atuação em áreas próximas a escolas ou postos de saúde.
Essas medidas foram suspensas este ano por decisão do Supremo.
Em 2024, cerca de 700 pessoas morreram em intervenções policiais no Rio, quase duas por dia.
"Uma operação policial que resulta na morte de mais de 60 moradores e policiais é uma enorme tragédia", afirmou por sua vez César Muñoz, diretor da Human Rights Watch no Brasil, que pediu ao Ministério Público a instauração de investigações para esclarecer as circunstâncias de "cada morte".
O deputado federal e pastor evangélico Henrique Vieira (PSOL-RJ) denunciou que o governo estadual "trata a favela como território inimigo, com licença para atirar e matar".
Em 2020, o Supremo Tribunal Federal (STF) impôs algumas restrições a essas operações nas favelas, como a limitação do uso de helicópteros e da atuação em áreas próximas a escolas ou postos de saúde.
Essas medidas foram suspensas este ano por decisão do Supremo.
Em 2024, cerca de 700 pessoas morreram em intervenções policiais no Rio, quase duas por dia.
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