Publicado 27/11/2025 13:20
Rio - O sucesso da música 'Codinome Beija-Flor', de Cazuza, receberá um tributo artístico no local que inspirou a composição. Para comemorar os 40 anos da canção, o Hospital São Lucas Copacabana, na Zona Sul, onde a música nasceu, instalará em dezembro, no interior de seu parque ecológico, uma escultura interativa assinada pelo artista plástico carioca Mario Pitanguy.
PublicidadeA homenagem será uma escultura de bronze em formato de beija-flor, emoldurada por uma janela e cercada por flores, pensada também para atrair mais pássaros ao local. Nas plataformas do hospital, haverá um tour virtual para que todos possam conhecer a obra.
A inspiração para a canção, parte do álbum Exagerado, surgiu durante o período em que Cazuza esteve internado na unidade, em 1985. Cercado pela vegetação da Mata Atlântica nos fundos do prédio, o compositor via diariamente beija-flores pela janela do quarto onde estava hospitalizado.
“Esse projeto me deixa muito feliz por ajudar a perpetuar a obra do Cazuza. Espero que os beija-flores, que o inspiraram a compor a canção continuem a levar esperança para os pacientes internados, suas famílias e funcionários do hospital”, ressalta Lucinha Araújo, mãe do artista.
O artista plástico Mario Pitanguy destaca que a escultura poderá aproximar as pessoas do cantor, mesmo após seu falecimento.
A inspiração para a canção, parte do álbum Exagerado, surgiu durante o período em que Cazuza esteve internado na unidade, em 1985. Cercado pela vegetação da Mata Atlântica nos fundos do prédio, o compositor via diariamente beija-flores pela janela do quarto onde estava hospitalizado.
“Esse projeto me deixa muito feliz por ajudar a perpetuar a obra do Cazuza. Espero que os beija-flores, que o inspiraram a compor a canção continuem a levar esperança para os pacientes internados, suas famílias e funcionários do hospital”, ressalta Lucinha Araújo, mãe do artista.
O artista plástico Mario Pitanguy destaca que a escultura poderá aproximar as pessoas do cantor, mesmo após seu falecimento.
"Sou um grande fã de Cazuza; poder criar essa homenagem me permite uma aproximação única – é como sentir a presença de alguém que, embora eterno na arte e na memória, já não está entre nós fisicamente. Agradeço ao hospital a confiança e a oportunidade", explica.
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