Publicado 29/01/2026 00:00
Ao ameaçar o Irã com um ataque “muito pior”, Donald Trump volta a operar pela escalada verbal como instrumento político. A retórica endurece o discurso internacional e reposiciona o conflito no campo da dissuasão simbólica, onde a ameaça precede qualquer gesto diplomático.
Publicidade
Ao reunir líderes para definir a agenda do primeiro semestre, Hugo Motta tenta impor previsibilidade ao ritmo da Câmara. A articulação sinaliza esforço de coordenação política num Congresso fragmentado, onde organizar a pauta é, por si só, exercício de poder.
Leia mais