Publicado 26/02/2026 21:42
Mil celulares recuperados pela Polícia Civil começaram a ser devolvidos aos proprietários, nesta quinta-feira (26). A entrega faz parte de mais uma fase da Operação Rastreio, iniciativa para combater roubos, furtos e a receptação de aparelhos telefônicos.
A devolução foi feita na Cidade da Polícia e em outros pontos da Baixada Fluminense, Região Metropolitana e interior do estado. As vítimas foram avisadas previamente por ligação telefônica ou mensagem de WhatsApp enviada por números funcionais das delegacias.
PublicidadeA devolução foi feita na Cidade da Polícia e em outros pontos da Baixada Fluminense, Região Metropolitana e interior do estado. As vítimas foram avisadas previamente por ligação telefônica ou mensagem de WhatsApp enviada por números funcionais das delegacias.
Desde o início da operação, mais de 13,2 mil celulares já foram recuperados, com quase 5 mil devolvidos aos donos. As ações também resultaram na prisão de mais de 810 criminosos envolvidos em roubos, furtos e na cadeia de receptação dos aparelhos.
Entre os que compareceram para pegar os celulares, estava Eric Jansen, de 20 anos, que trabalha na área de ortopedia. Ao todo, a família dele recuperou seis aparelhos. Eric foi assaltado quatro vezes, enquanto o pai e a irmã tiveram um celular levado cada um. Ele contou que chegou a desconfiar do contato feito pela polícia.
“Quando recebi a notificação, achei que fosse golpe. Liguei para a delegacia para confirmar. Quando vi que era verdade e recebi meu celular, a sensação foi só de alegria”, afirmou.
Eric também deu um recado para outras vítimas. “Façam o boletim de ocorrência, mesmo que o aparelho seja simples. A gente trabalhou para ter aquilo. Não é correto alguém roubar o que foi conquistado com suor”, disse.
Grávida na época em que foi assaltada, Larissa Pontes relatou a violência sofrida durante o crime e agradeceu pela recuperação do aparelho. "Eu sofri agressão, levei um soco no peito para o criminoso puxar o telefone. É muito difícil. A gente vive um caos de assaltos no Rio", desabafou.
A estudante de enfermagem Emelly de Almeida, disse que foi rendida por dois criminosos armados em outubro do ano passado, quando voltava da academia com o irmão. "Um colocou a arma na minha cabeça e mandou eu desbloquear o celular. Achei que nunca mais ia recuperar", relatou. Segundo ela, o trauma permanece: "Não mexo mais no celular na rua. Já sonhei várias vezes que estava sendo assaltada de novo".
Já Eduardo Holanda, que trabalha com eventos na área hoteleira, recuperou um aparelho furtado há cerca de três anos. “A primeira reação foi de medo, achei que fosse golpe. Depois, quando vi que era verdade, agradeci muito. A esperança já nem existia mais”, afirmou. Ele foi furtado durante um evento na Pedra do Sal.
A Polícia Civil reforça que a Operação Rastreio segue em andamento e orienta que consumidores evitem comprar aparelhos de origem duvidosa, desconfiem de preços muito abaixo do mercado e exijam sempre nota fiscal.
Eric também deu um recado para outras vítimas. “Façam o boletim de ocorrência, mesmo que o aparelho seja simples. A gente trabalhou para ter aquilo. Não é correto alguém roubar o que foi conquistado com suor”, disse.
Grávida na época em que foi assaltada, Larissa Pontes relatou a violência sofrida durante o crime e agradeceu pela recuperação do aparelho. "Eu sofri agressão, levei um soco no peito para o criminoso puxar o telefone. É muito difícil. A gente vive um caos de assaltos no Rio", desabafou.
A estudante de enfermagem Emelly de Almeida, disse que foi rendida por dois criminosos armados em outubro do ano passado, quando voltava da academia com o irmão. "Um colocou a arma na minha cabeça e mandou eu desbloquear o celular. Achei que nunca mais ia recuperar", relatou. Segundo ela, o trauma permanece: "Não mexo mais no celular na rua. Já sonhei várias vezes que estava sendo assaltada de novo".
Já Eduardo Holanda, que trabalha com eventos na área hoteleira, recuperou um aparelho furtado há cerca de três anos. “A primeira reação foi de medo, achei que fosse golpe. Depois, quando vi que era verdade, agradeci muito. A esperança já nem existia mais”, afirmou. Ele foi furtado durante um evento na Pedra do Sal.
A Polícia Civil reforça que a Operação Rastreio segue em andamento e orienta que consumidores evitem comprar aparelhos de origem duvidosa, desconfiem de preços muito abaixo do mercado e exijam sempre nota fiscal.
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