Publicado 17/03/2026 19:02 | Atualizado 17/03/2026 21:40
Rio - A Polícia Civil investiga um caso de tentativa de feminicídio seguido de roubo contra uma mulher no bairro São Miguel, em São Gonçalo, na quinta-feira da semana passada (12). O principal suspeito é Luiz Felipe da Silva de Oliveira Ferreira, de 32 anos, ex-companheiro da vítima, que não aceitava o fim do relacionamento. Mayara Coquito Lopes, de 26 anos, conseguiu uma medida protetiva, mas teme ser morta pelo agressor por tê-lo denunciado.
PublicidadeEm depoimento na Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) do município, Mayara relatou ter sido agredida com chutes, tapas e socos. O episódio aconteceu na frente do filho dela, de apenas 10 anos, que também foi agredido ao tentar defender a mãe após ela desmaiar por causa da violência das agressões.
Em entrevista ao DIA, Mayara disse que desenvolveu dependência emocional do agressor após a morte de uma filha, de apenas 2 anos. Nesse período, segundo ela, fez uso de medicação controlada e permitiu que Luiz Felipe permanecesse em sua casa.
"Não foi a primeira vez que ele me agrediu, mas eu tinha dependência emocional por causa da morte da minha filha. Eu estava separada dele há três meses, mas ele não saía da minha casa porque não trabalhava. Eu decidi sair e, quando voltei, não tinha mais nada. Ele roubou tudo, geladeira, televisão e até meus documentos. Dessa última vez, ele tentou reatar, dizendo que ia recuperar os bens, mas eu não quis. Foi aí que começaram as agressões. Ele também roubou R$ 500 que estavam escondidos debaixo da cama", disse.
Após registrar o boletim de ocorrência, Mayara realizou exame de corpo de delito. A Polícia Civil segue investigando o caso.
Agora, ela teme que Luiz Felipe volte a procurá-la e atente contra sua vida. "Não consigo dormir há dias, não consigo comer. Ele me agrediu, agrediu meu filho. É inadmissível que ainda esteja solto. Ainda não há mandado de prisão, mas há uma medida protetiva. Ele pode me matar", desabafou.
Em entrevista ao DIA, Mayara disse que desenvolveu dependência emocional do agressor após a morte de uma filha, de apenas 2 anos. Nesse período, segundo ela, fez uso de medicação controlada e permitiu que Luiz Felipe permanecesse em sua casa.
"Não foi a primeira vez que ele me agrediu, mas eu tinha dependência emocional por causa da morte da minha filha. Eu estava separada dele há três meses, mas ele não saía da minha casa porque não trabalhava. Eu decidi sair e, quando voltei, não tinha mais nada. Ele roubou tudo, geladeira, televisão e até meus documentos. Dessa última vez, ele tentou reatar, dizendo que ia recuperar os bens, mas eu não quis. Foi aí que começaram as agressões. Ele também roubou R$ 500 que estavam escondidos debaixo da cama", disse.
Após registrar o boletim de ocorrência, Mayara realizou exame de corpo de delito. A Polícia Civil segue investigando o caso.
Agora, ela teme que Luiz Felipe volte a procurá-la e atente contra sua vida. "Não consigo dormir há dias, não consigo comer. Ele me agrediu, agrediu meu filho. É inadmissível que ainda esteja solto. Ainda não há mandado de prisão, mas há uma medida protetiva. Ele pode me matar", desabafou.
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