Publicado 20/03/2026 08:12 | Atualizado 20/03/2026 08:13
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ) anunciou a criação do Grupo de Trabalho Unificado de Defesa da Integridade Eleitoral nesta quinta-feira (19), com o objetivo de combater a influência e infiltração do tráfico e da milícia nas eleições de 2026.
Além disso, o comitê, criado pelo desembargador e presidente do órgão Claudio de Mello Tavares, também busca impedir o financiamento ilegal de campanhas ou registro de candidaturas vinculadas ao crime.
PublicidadeAlém disso, o comitê, criado pelo desembargador e presidente do órgão Claudio de Mello Tavares, também busca impedir o financiamento ilegal de campanhas ou registro de candidaturas vinculadas ao crime.
A iniciativa vai atuar em duas frentes, sendo a primeira voltada para identificação e substituição de locais de votação situados em áreas de risco, o que já vem sendo feito desde 2024, e a segunda, para indeferimento de candidaturas suspeitas.
“As eleições não podem permitir que organizações criminosas se estabeleçam dentro do estado com poderes para formular e implementar políticas públicas”, afirma o presidente do TRE.
O novo grupo interinstitucional reúne representantes da Procuradoria Regional Eleitoral, do Comando Militar do Leste, da Secretaria Estadual de Segurança Pública, da Secretaria Estadual de Administração Penitenciária, das polícias Rodoviária Federal, Federal, Militar e Civil, além de magistrados da Justiça Eleitoral e de diferentes setores técnicos e administrativos do TRE-RJ.
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