Publicado 20/03/2026 14:58
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro denunciou à Justiça Ademir da Costa Verrheryen, conhecido como “Mestre Slar”, acusado de estupro de vulnerável, perseguição e violência psicológica após quase dez anos de abusos contra uma adolescente pela internet. O caso ocorreu em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.
De acordo com a denúncia, Ademir, de 29 anos, conheceu a vítima em 2017, quando ela tinha 12 anos, por meio de plataformas de jogos online. A partir disso, segundo o MPRJ, ele passou a usar mentiras e ameaças para obrigá-la a enviar fotos e vídeos íntimos.
Ainda segundo a investigação, o acusado estabeleceu um ciclo contínuo de chantagens. Ele exigia novos conteúdos sob a ameaça de divulgar o material já recebido para familiares da adolescente, o que manteve a vítima sob constante pressão ao longo dos anos.
O Ministério Público aponta que, durante esse período, o homem criou dezenas de perfis falsos na internet em nome da vítima e publicou vídeos em sites pornográficos, incluindo conteúdos classificados como estupro virtual. Além disso, ele teria recebido centenas de vídeos da adolescente.
No curso do inquérito, os investigadores também localizaram fotos e vídeos de outras mulheres. A identificação dessas possíveis vítimas deve ocorrer nas próximas etapas da investigação.
Em consequência dos abusos, a vítima sofreu danos emocionais graves e precisou de acompanhamento psicológico e psiquiátrico. O MPRJ informou que solicitou atendimento especializado por meio do Núcleo de Apoio às Vítimas.
Preso em São Gonçalo
Publicidade De acordo com a denúncia, Ademir, de 29 anos, conheceu a vítima em 2017, quando ela tinha 12 anos, por meio de plataformas de jogos online. A partir disso, segundo o MPRJ, ele passou a usar mentiras e ameaças para obrigá-la a enviar fotos e vídeos íntimos.
Ainda segundo a investigação, o acusado estabeleceu um ciclo contínuo de chantagens. Ele exigia novos conteúdos sob a ameaça de divulgar o material já recebido para familiares da adolescente, o que manteve a vítima sob constante pressão ao longo dos anos.
O Ministério Público aponta que, durante esse período, o homem criou dezenas de perfis falsos na internet em nome da vítima e publicou vídeos em sites pornográficos, incluindo conteúdos classificados como estupro virtual. Além disso, ele teria recebido centenas de vídeos da adolescente.
No curso do inquérito, os investigadores também localizaram fotos e vídeos de outras mulheres. A identificação dessas possíveis vítimas deve ocorrer nas próximas etapas da investigação.
Em consequência dos abusos, a vítima sofreu danos emocionais graves e precisou de acompanhamento psicológico e psiquiátrico. O MPRJ informou que solicitou atendimento especializado por meio do Núcleo de Apoio às Vítimas.
Preso em São Gonçalo
Em interrogatório, ele admitiu o uso de diversos chips telefônicos, a criação de múltiplos perfis falsos e armazenamento e compartilhamento de conteúdo íntimo. Ele ainda confessou ter solicitado e recebido imagens da vítima quando ela era menor de idade, além de ter mobilizado outras pessoas para intimidar a família.
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