Publicado 23/03/2026 18:12
A Justiça do Rio de Janeiro determinou a permanência na prisão dos seis homens investigados por agredir uma capivara na Ilha do Governador, na Zona Norte. Em audiência de custódia na tarde desta segunda-feira (23), o juiz responsável pelo caso converteu as prisões em flagrante para preventivas de Isaías Melquiades Barros da Silva, José Renato Beserra da Silva, Matheus Henrique Teodosio, Paulo Henrique Souza Santana, Pedro Eduardo Rodrigues e Wagner da Silva Bernardo. Paralelamente, dois adolescentes apontados como participantes da ação permaneceram apreendidos por decisão judicial.
PublicidadeOs adultos devem responder por maus-tratos a animais, além de outros crimes associados, como envolvimento de menores. Já os adolescentes responderão por atos infracionais equivalentes. O caso segue em investigação.
O episódio ocorreu na madrugada do sábado passado (21), no Jardim Guanabara, na Ilha do Governador. Conforme a investigação, o grupo perseguiu o animal até cercá-lo e, em seguida, iniciou as agressões utilizando objetos como pedaços de madeira e barras metálicas. Registros de câmeras de segurança ajudaram a polícia a identificar os envolvidos, que foram localizados poucas horas depois.
Após o ataque, a capivara conseguiu escapar, mesmo ferida. Equipes de resgate encontraram o animal posteriormente em uma área próxima e o encaminharam para atendimento veterinário. Apesar da gravidade inicial dos ferimentos, houve sinais de recuperação ao longo do atendimento.
As apurações também indicam que uma pessoa que tentou interromper a violência acabou sendo ameaçada por um dos suspeitos. Investigadores avaliam ainda se o grupo já esteve envolvido em outras situações semelhantes, o que pode agravar o enquadramento dos crimes.
O episódio ocorreu na madrugada do sábado passado (21), no Jardim Guanabara, na Ilha do Governador. Conforme a investigação, o grupo perseguiu o animal até cercá-lo e, em seguida, iniciou as agressões utilizando objetos como pedaços de madeira e barras metálicas. Registros de câmeras de segurança ajudaram a polícia a identificar os envolvidos, que foram localizados poucas horas depois.
Após o ataque, a capivara conseguiu escapar, mesmo ferida. Equipes de resgate encontraram o animal posteriormente em uma área próxima e o encaminharam para atendimento veterinário. Apesar da gravidade inicial dos ferimentos, houve sinais de recuperação ao longo do atendimento.
As apurações também indicam que uma pessoa que tentou interromper a violência acabou sendo ameaçada por um dos suspeitos. Investigadores avaliam ainda se o grupo já esteve envolvido em outras situações semelhantes, o que pode agravar o enquadramento dos crimes.
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