Publicado 01/04/2026 07:53 | Atualizado 01/04/2026 10:47
Rio - A Polícia Civil realiza, nesta quarta-feira (1º), uma operação contra uma quadrilha especializada em ataques a caixas eletrônicos. Na ação, agentes buscam cumprir quatro mandados de busca e apreensão em Itaboraí, na Região Metropolitana, contra investigados ligados ao crime.
PublicidadeO caso teve origem em um roubo a uma farmácia no bairro Monjolos, em São Gonçalo, em janeiro de 2023. Na ocasião, quatro criminosos arrombaram o estabelecimento e, utilizando maçarico e equipamentos de corte térmico, violaram um terminal bancário, causando prejuízo superior a R$ 200 mil. Em seguida, houve confronto com policiais militares, e os envolvidos fugiram, abandonando o veículo utilizado.
A investigação, conduzida pela Delegacia de Roubos e Furtos (DRF), permitiu reconstituir a dinâmica do crime. Um dos investigados chegou a registrar falsamente o roubo do carro utilizado na ação, versão posteriormente desmentida por análises de dados de telefonia e interceptações autorizadas pela Justiça. Ele admitiu ter mentido para encobrir a participação no assalto.
As apurações indicam que o automóvel foi entregue voluntariamente antes do roubo, evidenciando planejamento prévio e divisão de tarefas entre os integrantes da organização criminosa.
De acordo com a delegada-assistente da DRF, Luciana Ribeira, o objetivo é ir até a casa dos alvos para fazer a apreensão tanto de equipamentos eletrônicos, quanto de algum aparelho utilizado nos crimes.
A investigação, conduzida pela Delegacia de Roubos e Furtos (DRF), permitiu reconstituir a dinâmica do crime. Um dos investigados chegou a registrar falsamente o roubo do carro utilizado na ação, versão posteriormente desmentida por análises de dados de telefonia e interceptações autorizadas pela Justiça. Ele admitiu ter mentido para encobrir a participação no assalto.
As apurações indicam que o automóvel foi entregue voluntariamente antes do roubo, evidenciando planejamento prévio e divisão de tarefas entre os integrantes da organização criminosa.
De acordo com a delegada-assistente da DRF, Luciana Ribeira, o objetivo é ir até a casa dos alvos para fazer a apreensão tanto de equipamentos eletrônicos, quanto de algum aparelho utilizado nos crimes.
"Os criminosos se associam justamente para explodir caixas eletrônicos. Eles identificam os equipamentos com maior quantidade de dinheiro e, após a ação, conseguem retirar grandes quantias, causando prejuízo a muitas pessoas", explicou.
Ao todo, oito suspeitos já foram identificados. “As investigações prosseguem. Alguns indivíduos já foram presos pela primeira prática criminosa, em 2023, mas o trabalho continua para identificar os demais autores. Esses equipamentos que foram e ainda serão apreendidos vão servir de base para que a gente consiga novos elementos de informação e identifique outros envolvidos", acrescentou a delegada.
Leia mais
Comentários
Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.