Publicado 03/04/2026 17:20 | Atualizado 03/04/2026 17:30
Rio - Mariano Páez, pai da argentina Agostina Páez, ré por racismo contra funcionários de um bar na Zona Sul do Rio, aparece em um novo vídeo fazendo gestos que imitam um macaco, os mesmos praticados pela filha no Brasil. As imagens viralizaram nas redes sociais nesta sexta-feira (3), menos de 24 horas após Agostina chegar ao país de origem, depois de mais de dois meses detida no Rio. Veja o vídeo abaixo.
PublicidadeNo registro, Páez aparece dentro de um bar na Argentina imitando o animal. As imagens foram divulgadas por um site local. "Eu tenho asco do estado. Não vivo da política. Sou empresário, milionário e agiota. E narco…", diz ele na gravação.
Durante participação em um programa ao vivo no país, Mariano afirmou que o vídeo "foi feito com inteligência artificial". Ele também alegou que pediram "5 milhões de dólares" para que o material não fosse divulgado.
Essa não é a primeira vez que o pai da argentina se envolve em polêmica. Empresário do setor de transportes na Argentina, ele já ficou preso por um mês pelo crime de violência de gênero.
De acordo com o portal argentino Info del Estero, Mariano é acusado de ameaçar e agredir a ex-companheira, a advogada Estefanía Budan, em novembro do ano passado. O motivo das agressões não foi esclarecido. O empresário foi colocado em liberdade após obter habeas corpus e atualmente utiliza tornozeleira eletrônica. Ele também cumpre medidas cautelares e está proibido de se aproximar da vítima e de pessoas próximas a ela.
Agostina, por sua vez, entrou com um processo contra a vítima, alegando que foi exposta nas redes sociais juntamente com a irmã. O caso ainda tramita na Justiça argentina.
Relembre o caso
O episódio envolvendo Agostina aconteceu no início de janeiro deste ano. À polícia, a vítima, um funcionário de um bar em Ipanema, relatou que a turista argentina apontou o dedo em sua direção e o chamou de "negro" de forma discriminatória, após uma confusão envolvendo o valor da conta. Ao deixar o estabelecimento, Agostina teria feito gestos de macaco e reproduzido sons do animal.
Essa não é a primeira vez que o pai da argentina se envolve em polêmica. Empresário do setor de transportes na Argentina, ele já ficou preso por um mês pelo crime de violência de gênero.
De acordo com o portal argentino Info del Estero, Mariano é acusado de ameaçar e agredir a ex-companheira, a advogada Estefanía Budan, em novembro do ano passado. O motivo das agressões não foi esclarecido. O empresário foi colocado em liberdade após obter habeas corpus e atualmente utiliza tornozeleira eletrônica. Ele também cumpre medidas cautelares e está proibido de se aproximar da vítima e de pessoas próximas a ela.
Agostina, por sua vez, entrou com um processo contra a vítima, alegando que foi exposta nas redes sociais juntamente com a irmã. O caso ainda tramita na Justiça argentina.
Relembre o caso
O episódio envolvendo Agostina aconteceu no início de janeiro deste ano. À polícia, a vítima, um funcionário de um bar em Ipanema, relatou que a turista argentina apontou o dedo em sua direção e o chamou de "negro" de forma discriminatória, após uma confusão envolvendo o valor da conta. Ao deixar o estabelecimento, Agostina teria feito gestos de macaco e reproduzido sons do animal.
A argentina afirmou que reagiu daquela forma após supostos gestos obscenos feitos por pessoas que trabalhavam no bar, mas disse que se arrependeu posteriormente do comportamento.
Na terça-feira (31), Agostina retirou a tornozeleira eletrônica após autorização da Justiça para deixar o Brasil e retornar ao país de origem.
De acordo com a Secretaria de Estado de Polícia Penal (Seppen), ela compareceu à Central de Monitoração Eletrônica após pagar caução equivalente a 60 salários mínimos, cerca de R$ 97 mil.
Embora tenha sido autorizada a voltar para a Argentina, a ré, que também é advogada, deverá manter seus endereços e contatos atualizados por meio de seu advogado, comprometendo-se a atender a todas as intimações. O valor da caução funciona como garantia de cumprimento de eventual pena imposta pela Justiça fluminense.
De acordo com a Secretaria de Estado de Polícia Penal (Seppen), ela compareceu à Central de Monitoração Eletrônica após pagar caução equivalente a 60 salários mínimos, cerca de R$ 97 mil.
Embora tenha sido autorizada a voltar para a Argentina, a ré, que também é advogada, deverá manter seus endereços e contatos atualizados por meio de seu advogado, comprometendo-se a atender a todas as intimações. O valor da caução funciona como garantia de cumprimento de eventual pena imposta pela Justiça fluminense.
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