Publicado 14/04/2026 19:40
O terceiro-sargento da Polícia Militar Milton Lopes dos Santos, lotado no 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes), se apresentou na tarde desta terça-feira (14) na Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), por ser suspeito de matar um empresário em uma roda de samba na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste, na madrugada de domingo (12). O policial se apresentou após ter sido identificado no curso das investigações.
De acordo com a Polícia Civil, a identificação do PM só foi possível a partir de investigações que incluíram depoimentos de testemunhas, análise de imagens e informações obtidas por meio do serviço de inteligência.
Segundo as investigações, o crime ocorreu após um desentendimento envolvendo o uso de um camarote em um estabelecimento na Barra da Tijuca. Durante a discussão, Ryan Victor Araújo dos Santos, de 28 anos, foi baleado na barriga. Ele chegou a ser socorrido e encaminhado ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, mas não resistiu aos ferimentos.
O corpo de Ryan foi liberado e encaminhado para sepultamento no interior de São Paulo.
PublicidadeDe acordo com a Polícia Civil, a identificação do PM só foi possível a partir de investigações que incluíram depoimentos de testemunhas, análise de imagens e informações obtidas por meio do serviço de inteligência.
Segundo as investigações, o crime ocorreu após um desentendimento envolvendo o uso de um camarote em um estabelecimento na Barra da Tijuca. Durante a discussão, Ryan Victor Araújo dos Santos, de 28 anos, foi baleado na barriga. Ele chegou a ser socorrido e encaminhado ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, mas não resistiu aos ferimentos.
O corpo de Ryan foi liberado e encaminhado para sepultamento no interior de São Paulo.
Segundo o delegado Renato Martins, o terceiro-sargento confessou a autoria do crime. O pedido de prisão já foi solicitado.
O caso segue sob investigação da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que apura as circunstâncias do crime e a participação do policial na ocorrência.
O caso segue sob investigação da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que apura as circunstâncias do crime e a participação do policial na ocorrência.
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