Publicado 14/04/2026 20:05 | Atualizado 14/04/2026 20:15
Rio - Servidores técnicos, docentes e estudantes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) realizam, nesta quarta-feira (15), às 14h, um ato-vigília em frente ao Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, no Centro. A mobilização marca a primeira manifestação unificada dos três segmentos desde o início da greve.
PublicidadeO ato acontece no contexto da greve dos docentes, iniciada no fim de março após assembleia da categoria. A paralisação, a primeira em cerca de uma década, foi motivada principalmente pela falta de avanços na recomposição salarial e pela cobrança de perdas inflacionárias acumuladas. Com o passar dos dias, o movimento ganhou adesão de outros segmentos da universidade, ampliando a pauta para além das questões salariais.
Antes da vigília, às 10h, os comandos de greve dos três segmentos se reúnem no Auditório do Serviço Social para definir as propostas que serão levadas ao governo. Entre os consensos está a necessidade de que a greve não se limite à recomposição salarial, incorporando também demandas estruturais que impactam toda a comunidade acadêmica. Logo após, às 15h, os grevistas serão recebidos pelo governador em exercício e presidente do TJ, Ricardo Couto.
O orçamento insuficiente da universidade aparece como uma das principais preocupações.
Segundo os organizadores, a falta de recursos tem afetado diretamente o pagamento de bolsas estudantis, o financiamento de pesquisas e auxílios como Saúde e Educação, que tiveram pagamentos suprimidos. Também são citados valores considerados insuficientes para a permanência de pesquisadores em um estado com alto custo de vida, além de problemas estruturais que comprometem o desenvolvimento acadêmico.
A precarização das condições de trabalho também está no centro das reivindicações, incluindo os baixos salários dos docentes. Outro ponto de destaque é o debate sobre assédio dentro da universidade, que atinge trabalhadores e estudantes. Nesse contexto, há a defesa da inclusão dos trabalhadores terceirizados nas discussões, já que, segundo o movimento, são os mais vulneráveis a situações como atrasos salariais.
Os três segmentos também cobram maior compromisso da Reitoria com promessas feitas durante a campanha eleitoral, além da ampliação do diálogo antes da adoção de medidas administrativa. A atividade acontece na esquina das avenidas Erasmo Braga e Antônio Carlos, em frente à antiga entrada principal do TJRJ.
Antes da vigília, às 10h, os comandos de greve dos três segmentos se reúnem no Auditório do Serviço Social para definir as propostas que serão levadas ao governo. Entre os consensos está a necessidade de que a greve não se limite à recomposição salarial, incorporando também demandas estruturais que impactam toda a comunidade acadêmica. Logo após, às 15h, os grevistas serão recebidos pelo governador em exercício e presidente do TJ, Ricardo Couto.
O orçamento insuficiente da universidade aparece como uma das principais preocupações.
Segundo os organizadores, a falta de recursos tem afetado diretamente o pagamento de bolsas estudantis, o financiamento de pesquisas e auxílios como Saúde e Educação, que tiveram pagamentos suprimidos. Também são citados valores considerados insuficientes para a permanência de pesquisadores em um estado com alto custo de vida, além de problemas estruturais que comprometem o desenvolvimento acadêmico.
A precarização das condições de trabalho também está no centro das reivindicações, incluindo os baixos salários dos docentes. Outro ponto de destaque é o debate sobre assédio dentro da universidade, que atinge trabalhadores e estudantes. Nesse contexto, há a defesa da inclusão dos trabalhadores terceirizados nas discussões, já que, segundo o movimento, são os mais vulneráveis a situações como atrasos salariais.
Os três segmentos também cobram maior compromisso da Reitoria com promessas feitas durante a campanha eleitoral, além da ampliação do diálogo antes da adoção de medidas administrativa. A atividade acontece na esquina das avenidas Erasmo Braga e Antônio Carlos, em frente à antiga entrada principal do TJRJ.
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