Publicado 29/04/2026 18:32
Rio - O Ministério da Saúde deu início, nesta quarta-feira (29), a uma campanha nacional de vacinação contra o sarampo destinada para os brasileiros que pretendem viajar para a Copa do Mundo de 2026. O evento de lançamento contou com a presença do ministro Alexandre Padilha e do ex-jogador Raí.
O alerta é motivado por um cenário epidemiológico preocupante na América do Norte. Estados Unidos, Canadá e México, países-sede da Copa, vivem uma explosão de casos de sarampo. Segundo dados do ministério, essas nações respondem por quase 70% dos registros da doença nas Américas.
De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil mantém atualmente o status de país livre de sarampo, mas o fluxo de turistas para a Copa acende o alerta para a reintrodução do vírus. No ano passado, o país registrou 38 casos importados, que foram bloqueados antes de gerarem novos surtos.
"Só não propagou o sarampo aqui no Brasil porque nossos agentes de saúde descobriram o caso e bloquearam logo no início", afirmou o ministro Padilha.
PublicidadeO alerta é motivado por um cenário epidemiológico preocupante na América do Norte. Estados Unidos, Canadá e México, países-sede da Copa, vivem uma explosão de casos de sarampo. Segundo dados do ministério, essas nações respondem por quase 70% dos registros da doença nas Américas.
De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil mantém atualmente o status de país livre de sarampo, mas o fluxo de turistas para a Copa acende o alerta para a reintrodução do vírus. No ano passado, o país registrou 38 casos importados, que foram bloqueados antes de gerarem novos surtos.
"Só não propagou o sarampo aqui no Brasil porque nossos agentes de saúde descobriram o caso e bloquearam logo no início", afirmou o ministro Padilha.
A vacina está disponível gratuitamente em todos os postos de saúde do SUS, e a recomendação é que a caderneta seja atualizada pelo menos 15 dias antes do embarque. Confira as faixas etárias:
Crianças de 6 a 11 meses: Devem receber a "dose zero".
De 12 meses a 29 anos: Devem ter comprovadas duas doses.
Adultos de 30 a 59 anos: Devem receber uma dose.
Crianças de 6 a 11 meses: Devem receber a "dose zero".
De 12 meses a 29 anos: Devem ter comprovadas duas doses.
Adultos de 30 a 59 anos: Devem receber uma dose.
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