A mulher trans integrava uma associação criminosa formada por mulheres transexuais, especializada em furtar aparelhos celulares e outros pertences de turistasReprodução/Polícia Civil
Publicado 11/05/2026 22:37 | Atualizado 11/05/2026 22:46
Rio - Uma mulher trans foi presa, nesta segunda-feira (11), por integrar uma quadrilha de roubo e furtos de celulares na Lapa, Centro. É a sexta vez em que ela é presa pelo crime. A identificação dela não foi divulgada. 
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A investigação aponta que o grupo criminoso, formado por mulheres transexuais, é especializado em furtar aparelhos celulares e outros pertences de turistas e frequentadores da vida noturna carioca. De acordo com os agentes, o grupo atuava principalmente na Lapa e em Copacabana, aproveitando a movimentação intensa de bares, festas e eventos noturnos.
Ainda conforme a Polícia Civil, as abordagens eram feitas de forma dissimulada. As criminosas se aproximavam das vítimas pedindo cigarros, puxando conversa ou abraçando os alvos para distrair as pessoas enquanto realizavam os furtos. Em algumas situações, os crimes também aconteciam durante programas sexuais.
Ela é apontada por atuar nesse tipo de delito há mais de dez anos. Esta foi a sexta vez que ela acabou presa por crimes semelhantes. A primeira prisão aconteceu em novembro de 2014. Em uma das ocorrências anteriores, ela foi detida em flagrante após furtar o celular de um turista uruguaio em Copacabana, Zona Sul.
A ação faz parte da Operação Rastreio, iniciativa permanente da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro de combate às quadrilhas envolvidas em furtos, roubos e receptação de celulares. Segundo a corporação, mais de 13,3 mil aparelhos já foram recuperados desde o início da operação, sendo cerca de 6 mil devolvidos aos proprietários. Ainda de acordo com a polícia, mais de 900 criminosos já foram presos nas ações realizadas em todo o estado.
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