Publicado 20/05/2026 17:10
Policiais civis da 13ª DP (Ipanema) prenderam, nesta terça-feira (19), Angelo Batistela de Moraes dos Santos, apontado pela investigação como um dos integrantes de um esquema de estelionato envolvendo falsos anúncios de imóveis para aluguel na Zona Sul do Rio de Janeiro.
PublicidadeA prisão aconteceu em Copacabana, após trabalho de monitoramento e inteligência realizado pela distrital. Contra Angelo havia um mandado de prisão preventiva expedido pela 37ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ).
Segundo a Polícia Civil, o acusado atuava em conjunto com Queli Luna Ambrosio da Silva, investigada como responsável pelo esquema criminoso e presa anteriormente durante outra fase da operação.
De acordo com as investigações, a dupla utilizava plataformas digitais para anunciar imóveis inexistentes ou indisponíveis para locação, atraindo interessados principalmente em bairros valorizados da Zona Sul carioca.
Durante as negociações, as vítimas acreditavam estar tratando de contratos legítimos de aluguel e acabavam realizando depósitos antecipados para garantir supostas reservas dos imóveis.
Ainda segundo os agentes, Angelo exercia papel considerado fundamental na dinâmica da fraude. Ele se apresentava às vítimas como prestador de serviços responsável por obras e reformas nos imóveis anunciados, estratégia utilizada para dar aparência de credibilidade ao golpe.
A polícia afirma que, após o recebimento dos valores, os criminosos interrompiam qualquer contato com os interessados e desapareciam com o dinheiro.
As investigações apontam que o grupo agia de forma estruturada e reiterada, utilizando a falsa oferta de imóveis para enganar diversas vítimas.
A prisão preventiva de Angelo foi solicitada pela autoridade policial e recebeu parecer favorável do Ministério Público.
Após ser capturado, o acusado foi levado para a sede da 13ª DP, onde os procedimentos de praxe foram realizados. Em seguida, ele foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.
O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil, que busca identificar outras possíveis vítimas e verificar se há mais envolvidos no esquema criminoso.
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