Publicado 01/06/2026 10:07
Rio - Um sargento da Polícia Militar morreu após ser baleado em uma operação, na manhã desta segunda-feira (1º), na comunidade Faz Quem Quer, em Rocha Miranda, na Zona Norte.
PublicidadeAdriano Pereira de Sousa, de 36 anos, lotado no 9º BPM (Rocha Miranda), foi atingindo em um confronto com criminosos. Ele chegou a ser socorrido e encaminhado para o Hospital Central da PM, no Estácio, na região central do Rio, mas não resistiu aos ferimentos.
O agente ingressou na corporação em 2011 e também trabalhou no Batalhão de Polícia de Choque (BPChq). Ele deixa dois filhos. Ainda não há informações sobre o sepultamento. O sargento será sepultado e velado nesta terça-feira (2), na capela 3 do Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, Zona Oeste do Rio, partir das 13h.
Equipes intensificaram o policiamento na região da comunidade e apreenderam um fuzil e uma pistola. Com o apoio do Batalhão de Ações com Cães, também foram encontrados cerca de 6,7 quilos e 2 litros de drogas. De acordo com a Polícia Militar, o prejuízo estimado para o crime organizado foi de mais de R$ 16 mil. Ninguém foi preso.
Equipes intensificaram o policiamento na região da comunidade e apreenderam um fuzil e uma pistola. Com o apoio do Batalhão de Ações com Cães, também foram encontrados cerca de 6,7 quilos e 2 litros de drogas. De acordo com a Polícia Militar, o prejuízo estimado para o crime organizado foi de mais de R$ 16 mil. Ninguém foi preso.
Segundo o Instituto Fogo Cruzado, desde o início de 2026, 51 agentes de segurança foram baleados na região do Grande Rio. Destes, 22 morreram e 29 ficaram feridos. Somente em relação PMs, 18 vieram à óbito - sendo Adriano o 18º - e 23 sobreviveram.
Impactos
Devido a atuação dos policiais na região da comunidade, a Secretaria Municipal de Educação (SME) informou que três unidades tiveram o funcionamento impactado. A Creche Municipal Maria José de Paula de Jesus, na Rua Manuel Machado, ficou fechada na parte da manhã.
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) destacou que três unidades de Atenção Primária da região mantêm o atendimento, mas as atividades externas realizadas no território, como visitas domiciliares, estão suspensas.
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