Publicado 15/06/2026 15:20 | Atualizado 15/06/2026 16:08
Rio - Uma mineradora clandestina de criptomoedas foi localizada nesta segunda-feira (15) por policiais civis e militares no bairro Jardim Gramacho, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O esquema, que funcionava em um galpão, é suspeito de operar por meio de furto de energia elétrica e foi descoberto durante uma ação integrada das forças de segurança. Segundo estimativas preliminares da polícia, o maquinário apreendido está avaliado entre R$ 400 mil e R$ 650 mil, enquanto a atividade clandestina poderia gerar faturamento bruto mensal entre R$ 50 mil e R$ 70 mil.
No local, foram apreendidos diversos equipamentos utilizados na atividade, entre eles uma placa-mãe, cinco exaustores, 123 equipamentos de mineração do tipo Antminer S19 95T, dois transformadores, dois disjuntores de alta potência e um computador empregado no monitoramento e gerenciamento das operações.
Durante as buscas, as equipes do 15º BPM (Duque de Caxias) também encontraram documentos de identificação e um sistema de monitoramento composto por diversas câmeras de segurança. De acordo com a polícia, a estrutura funcionava remotamente, o que evidencia o grau de organização e a sofisticação do esquema.
A análise preliminar realizada pelos agentes apontou que os 123 equipamentos operavam de forma ininterrupta, 24 horas por dia. Considerando o valor de mercado estimado entre R$ 3 mil e R$ 6 mil por unidade, o conjunto apreendido representa um patrimônio avaliado entre R$ 400 mil e R$ 650 mil.
Ainda segundo os levantamentos iniciais, a estrutura tinha potencial para gerar faturamento bruto mensal entre R$ 50 mil e R$ 70 mil, valor que variava de acordo com a cotação do Bitcoin, a dificuldade de mineração da rede e o desempenho dos equipamentos utilizados.
PublicidadeNo local, foram apreendidos diversos equipamentos utilizados na atividade, entre eles uma placa-mãe, cinco exaustores, 123 equipamentos de mineração do tipo Antminer S19 95T, dois transformadores, dois disjuntores de alta potência e um computador empregado no monitoramento e gerenciamento das operações.
Durante as buscas, as equipes do 15º BPM (Duque de Caxias) também encontraram documentos de identificação e um sistema de monitoramento composto por diversas câmeras de segurança. De acordo com a polícia, a estrutura funcionava remotamente, o que evidencia o grau de organização e a sofisticação do esquema.
A análise preliminar realizada pelos agentes apontou que os 123 equipamentos operavam de forma ininterrupta, 24 horas por dia. Considerando o valor de mercado estimado entre R$ 3 mil e R$ 6 mil por unidade, o conjunto apreendido representa um patrimônio avaliado entre R$ 400 mil e R$ 650 mil.
Ainda segundo os levantamentos iniciais, a estrutura tinha potencial para gerar faturamento bruto mensal entre R$ 50 mil e R$ 70 mil, valor que variava de acordo com a cotação do Bitcoin, a dificuldade de mineração da rede e o desempenho dos equipamentos utilizados.
As diligências prosseguiram na mesma via, onde os agentes identificaram uma fábrica de plásticos que também utilizava uma ligação clandestina para abastecer suas atividades comerciais.
A perícia técnica foi acionada para a realização dos laudos necessários, e a área foi preservada para análise dos peritos. A ocorrência foi registrada na 59ª DP (Duque de Caxias), com apoio das equipes da 60ª DP (Campos Elíseos) e da 66ª DP (Piabetá).
Segundo a polícia, considerando o valor estimado do maquinário apreendido, o potencial faturamento da atividade ilícita e os prejuízos decorrentes do furto de energia elétrica, a ação integrada causou um impacto financeiro estimado em aproximadamente R$ 885 mil à organização criminosa. O valor poderá ser revisado após a conclusão das perícias e das análises complementares.
As investigações prosseguem para identificar os responsáveis pelo galpão e apurar o prejuízo total causado pelos furtos de energia elétrica constatados na região.
A perícia técnica foi acionada para a realização dos laudos necessários, e a área foi preservada para análise dos peritos. A ocorrência foi registrada na 59ª DP (Duque de Caxias), com apoio das equipes da 60ª DP (Campos Elíseos) e da 66ª DP (Piabetá).
Segundo a polícia, considerando o valor estimado do maquinário apreendido, o potencial faturamento da atividade ilícita e os prejuízos decorrentes do furto de energia elétrica, a ação integrada causou um impacto financeiro estimado em aproximadamente R$ 885 mil à organização criminosa. O valor poderá ser revisado após a conclusão das perícias e das análises complementares.
As investigações prosseguem para identificar os responsáveis pelo galpão e apurar o prejuízo total causado pelos furtos de energia elétrica constatados na região.
* Reportagem da estagiária Aretha Dossares, sob supervisão de Larissa Amaral.
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