Publicado 17/06/2026 18:14 | Atualizado 17/06/2026 18:21
Rio - Um homem de 23 anos está desaparecido desde a manhã do dia 9 de junho após sair de casa, na comunidade do Bateau Mouche, na Praça Seca, Zona Oeste. Diagnosticado com esquizofrenia, Carlos Henrique de Oliveira Rocha é acompanhado pelo CAPS III Arthur Bispo do Rosário e está sem acesso aos medicamentos desde então.
PublicidadeMãe do jovem, Edna contou que o filho saiu de casa por volta das 7h30 avisando que iria apenas até a rua e retornaria em seguida. Desde então, ele não foi mais visto. A família já registrou um boletim de ocorrência e faz buscas em hospitais, unidades de saúde e no Instituto Médico-Legal (IML), mas ainda não obteve pistas sobre o paradeiro.
"Ele saiu de casa na terça-feira por volta de 7h, 7h30 da manhã. Eu perguntei para onde ele ia e ele respondeu que ia ali embaixo e já voltava. Mas ele não voltou mais", lamentou a mãe.
Conhecido e criado na comunidade, Carlos é descrito como uma pessoa tranquila e querida pelos moradores. "Todo mundo gosta dele. Ele nasceu e foi criado aqui. Não tem uma pessoa que não goste dele", afirmou Edna.
De acordo com a família, o jovem faz uso diário de uma forte combinação de remédios e a interrupção do tratamento acende um alerta. "Tenho certeza de que ele está em surto. Ele toma cinco remédios de manhã, dois à tarde e quatro à noite. Sem os medicamentos, ele fica agitado, fala sozinho, faz gestos e anda de um lado para o outro", relatou.
"Ele saiu de casa na terça-feira por volta de 7h, 7h30 da manhã. Eu perguntei para onde ele ia e ele respondeu que ia ali embaixo e já voltava. Mas ele não voltou mais", lamentou a mãe.
Conhecido e criado na comunidade, Carlos é descrito como uma pessoa tranquila e querida pelos moradores. "Todo mundo gosta dele. Ele nasceu e foi criado aqui. Não tem uma pessoa que não goste dele", afirmou Edna.
De acordo com a família, o jovem faz uso diário de uma forte combinação de remédios e a interrupção do tratamento acende um alerta. "Tenho certeza de que ele está em surto. Ele toma cinco remédios de manhã, dois à tarde e quatro à noite. Sem os medicamentos, ele fica agitado, fala sozinho, faz gestos e anda de um lado para o outro", relatou.
Na manhã desta quarta-feira (17), a família fez uma manifestação na rua Cândido Benício, perto da estação de BRT Ipaza. O protesto teve o objetivo de chamar a atenção das autoridades e cobrar respostas sobre o paradeiro do jovem. Um novo ato público está agendado para esta quinta-feira (18), às 11h30, no mesmo local.
Quando foi visto pela última vez, na noite do próprio dia 9, Carlos vestia camisa preta, short preto da marca Nike e chinelos pretos. A família pede que qualquer informação sobre o paradeiro de Carlos Henrique de Oliveira Rocha seja comunicada imediatamente.
Quando foi visto pela última vez, na noite do próprio dia 9, Carlos vestia camisa preta, short preto da marca Nike e chinelos pretos. A família pede que qualquer informação sobre o paradeiro de Carlos Henrique de Oliveira Rocha seja comunicada imediatamente.
Contatos para informações:
Telefones da família: (21) 98291-1177 (Edna) ou (21) 96014-5663 (Beatriz).
Telefones da família: (21) 98291-1177 (Edna) ou (21) 96014-5663 (Beatriz).
* Reportagem da estagiária Aretha Dossares, sob supervisão de Larissa Amaral.
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