Publicado 19/06/2026 00:00
Mais um nome da Alerj é alvo de operação por suposto vínculo com facção, agora o TCP. Depois de Bacellar e Thiago Rangel, a recorrência deixa de ser desvio individual. O que se investiga é um deputado, o que se repete é a porta entre mandato e crime.
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A Compliance Zero, que já roçara a órbita de Flávio Bolsonaro, agora alcança Jaques Wagner. O mesmo dinheiro do Master teria irrigado direita e esquerda. Não tinha um lado, atirava para todos, porque o objetivo nunca foi a ideologia, e sim o acesso irrestrito ao poder.
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