A ação foi realizada por agentes da 59ª DP (Duque de Caxias) e da 61ª DP (Xerém)Reprodução/Polícia Civil
Publicado 19/06/2026 16:29 | Atualizado 19/06/2026 16:38
Rio - A Polícia Civil prendeu, nesta sexta-feira (19), um casal que participou da morte de Jéssica dos Santos Moreira, 34 anos. A mulher foi assassinada em maio de 2025, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
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Foram cumpridos mandados de prisão preventiva por homicídio qualificado contra Andreza de Souza e Jorge Iran Nola Dias. A ação foi realizada por agentes da 59ª DP (Duque de Caxias) e da 61ª DP (Xerém), que localizaram os suspeitos escondidos na Comunidade do Lixão após um trabalho de inteligência.
O crime ocorreu em 17 de maio do ano passado, na região de Vila Guanabara, e ganhou grande repercussão após imagens de câmeras de segurança mostrarem as agressões sofridas pela vítima em uma rua.
Segundo as investigações, Jéssica foi atacada por Andreza, que teria agido motivada por ciúmes. As cenas do crime analisadas pela polícia mostraram Jéssica sendo agredida diversas vezes, principalmente na região da cabeça. Mesmo após cair no chão, as agressões continuaram.
Poucos dias após o crime, Andreza foi localizada e presa pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). Na ocasião, ela confessou aos policiais a participação no assassinato e afirmou ter contado com o apoio do companheiro durante toda a ação.
De acordo com a Polícia Civil, Jorge Iran permaneceu ao lado da mulher durante as agressões sem qualquer tentativa de impedir o ataque e ainda teria colaborado para que ela deixasse o local após o crime. Desde então, ele era considerado foragido.
As apurações apontaram que, após o homicídio, o casal passou a se esconder na Comunidade do Lixão. A partir de informações produzidas pelo setor de inteligência da Polícia Civil, agentes monitoraram a movimentação na região e conseguiram localizar os dois.
Segundo a corporação, Jorge Iran possui antecedentes por crimes como porte ilegal de arma de fogo, homicídio, organização criminosa e crime sexual contra vulnerável. Já Andreza tem registros anteriores por estelionato, lesão corporal e homicídio.
Após a captura, os dois foram levados para a 59ª DP, onde seguirão presos. A reportagem de O DIA busca contato com as defesas dos acusados. O espaço segue aberto para manifestações.
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