Publicado 24/06/2026 10:00 | Atualizado 24/06/2026 10:22
Rio - A maior parte dos automóveis roubados e furtados no estado do Rio foram recuperados no interior ou próximo a áreas dominadas por organizações criminosas. É o que aponta o novo estudo “Roubo e recuperação de veículos: padrões de criminalidade no estado do Rio de Janeiro”, divulgado pelo Instituto de Segurança Pública (ISP), nesta terça-feira (23).
Em 2025, cerca de 80% dos automóveis foram encontrados em cinco municípios: Rio de Janeiro, Duque de Caxias, São Gonçalo, Belford Roxo e São João de Meriti. Na cidade do Rio, 18% das mais de 17 mil recuperações se concentraram em seis regiões: Chapadão, Pedreira, Juramento, Manguinhos, Parque Arará e Complexo da Maré.
Uma análise do número de roubos e furtos de veículos por área indica que 50% dos casos na capital estão concentrados em 4,3% da cidade. Já em Duque de Caxias, esse número passa para 2,6%. Em São João de Meriti, São Gonçalo e Nova Iguaçu, a concentração das subtrações é de 12%, 5,2% e 3% da área territorial dos municípios, respectivamente.
O levantamento destaca ainda que o destino dos automóveis não é aleatório, já que os fluxos observados indicam trajetórias planejadas ou induzidas em direção a locais de receptação, de acordo com as redes de transações ilícitas presentes em cada território.
Segundo o ISP, a comunicação do crime para a polícia é rápida, com 92,2% dos veículos e 91,8% das motocicletas sendo registrados em até três dias. De acordo com o estudo, 95,4% dos carros e 64,4% das motos são recuperados em até 72 horas.
PublicidadeEm 2025, cerca de 80% dos automóveis foram encontrados em cinco municípios: Rio de Janeiro, Duque de Caxias, São Gonçalo, Belford Roxo e São João de Meriti. Na cidade do Rio, 18% das mais de 17 mil recuperações se concentraram em seis regiões: Chapadão, Pedreira, Juramento, Manguinhos, Parque Arará e Complexo da Maré.
Uma análise do número de roubos e furtos de veículos por área indica que 50% dos casos na capital estão concentrados em 4,3% da cidade. Já em Duque de Caxias, esse número passa para 2,6%. Em São João de Meriti, São Gonçalo e Nova Iguaçu, a concentração das subtrações é de 12%, 5,2% e 3% da área territorial dos municípios, respectivamente.
O levantamento destaca ainda que o destino dos automóveis não é aleatório, já que os fluxos observados indicam trajetórias planejadas ou induzidas em direção a locais de receptação, de acordo com as redes de transações ilícitas presentes em cada território.
Segundo o ISP, a comunicação do crime para a polícia é rápida, com 92,2% dos veículos e 91,8% das motocicletas sendo registrados em até três dias. De acordo com o estudo, 95,4% dos carros e 64,4% das motos são recuperados em até 72 horas.
Os crimes de roubo e furto de veículos estão entre os delitos patrimoniais de maior incidência no estado. De acordo com o levantamento, os impactos vão além da perda material imediata, alimentando mercados ilícitos e outras dinâmicas criminais.
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