Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ) cumpre os mandados com o apoio da Corregedoria da PMDivulgação/MPRJ
Publicado 01/07/2026 09:57 | Atualizado 01/07/2026 10:52
Rio - O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou 21 pessoas e pediu prisão preventiva de 20 delas por integrarem uma milícia de Queimados, na Baixada Fluminense. Nesta quarta-feira (1º), a Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI), com apoio da Corregedoria da Polícia Militar, cumpre os mandados. Até o momento, cinco foram efetuados no sistema penitenciário, já que os alvos já estão detidos, e outros quatro, em endereços de Nova Iguaçu e Queimados.
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Segundo as investigações, em 2024, o grupo extorquiu vários comerciantes e mototaxistas, ameaçando as vítimas e cobrando semanalmente taxas de segurança. As informações foram confirmadas a partir da análise do telefone celular apreendido com Washington Gabriel de Oliveira Rosa, conhecido como Bibi, preso após um confronto entre duas milícias que disputavam o controle da região.
As mensagens revelaram que, além de planejar ataques contra grupos rivais, o grupo monitorava policiais militares.
A ação faz parte da Operação Hunter. A primeira fase foi deflagrada em julho de 2019, e a segunda, em janeiro de 2024. O nome Hunter faz alusão, em inglês, ao objetivo da operação: dar continuidade às ações de combate ao grupo de milicianos que se autointitula "caçadores de ganso". "Ganso" é um termo informal utilizado por criminosos para se referir a integrantes de grupos rivais.
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