Publicado 03/07/2026 11:11 | Atualizado 03/07/2026 11:46
Rio - Um provedor de internet denuncia que funcionários estão sendo ameaçados por traficantes nos bairros Engenho do Mato, Maravista e Parque Rural, na Região Oceânica de Niterói. Segundo a empresa Leste Fluminense, os criminosos estariam impedindo a atuação dos técnicos e impondo um serviço de internet clandestino operado pelo tráfico. O caso é investigado pela Polícia Civil.
No comunicado enviado aos moradores, a instituição afirmou que passou a classificar diversas ruas e endereços dessas regiões como áreas de risco.
"Nessa condição, poderemos ser impedidos, a qualquer momento, de realizar reparos e novas instalações, por determinação dos traficantes, que pretendem impor exclusivamente o provedor a eles vinculado como única alternativa de serviço na região oceânica. Caso essa situação se concretize, a partir da presente data poderemos não mais conseguir manter nossa rede e nossos serviços em operação nas ruas afetadas", disse.
Ainda segundo a empresa, nos últimos dias, diversas equipes foram abordadas, mantidas como reféns e ameaçadas por criminosos armados.
"Desde o final do ano passado, alertamos as autoridades competentes sobre essa movimentação na região oceânica. Os provedores vinculados ao tráfico já instalaram rede na área e agora pretendem se apropriar da base de clientes", acrescentou.
PublicidadeNo comunicado enviado aos moradores, a instituição afirmou que passou a classificar diversas ruas e endereços dessas regiões como áreas de risco.
"Nessa condição, poderemos ser impedidos, a qualquer momento, de realizar reparos e novas instalações, por determinação dos traficantes, que pretendem impor exclusivamente o provedor a eles vinculado como única alternativa de serviço na região oceânica. Caso essa situação se concretize, a partir da presente data poderemos não mais conseguir manter nossa rede e nossos serviços em operação nas ruas afetadas", disse.
Ainda segundo a empresa, nos últimos dias, diversas equipes foram abordadas, mantidas como reféns e ameaçadas por criminosos armados.
"Desde o final do ano passado, alertamos as autoridades competentes sobre essa movimentação na região oceânica. Os provedores vinculados ao tráfico já instalaram rede na área e agora pretendem se apropriar da base de clientes", acrescentou.
O que dizem as autoridades?
Procurada, a Polícia Militar informou que, segundo o comando do 12º BPM (Niterói), equipes do batalhão vêm intensificando o policiamento motorizado no bairro Engenho do Mato, com atuação integrada com o Proeis Niterói e do Segurança Presente, nas principais vias da localidade, por meio de blitz realizadas de forma conjunta.
Além disso, a corporação ressalta que o policiamento ostensivo nos bairros Engenho do Mato e Maravista vem sendo reforçado com o emprego de veículo blindado e de equipes do Grupamento de Ações Táticas (GAT) do 12º BPM, ampliando de forma permanente o efetivo policial, a presença ostensiva e a capacidade de resposta na região.
Além disso, a corporação ressalta que o policiamento ostensivo nos bairros Engenho do Mato e Maravista vem sendo reforçado com o emprego de veículo blindado e de equipes do Grupamento de Ações Táticas (GAT) do 12º BPM, ampliando de forma permanente o efetivo policial, a presença ostensiva e a capacidade de resposta na região.
Já a Polícia Civil esclarece que a investigação está em andamento na 81ª DP (Itaipu). Agentes realizam todas as diligências necessárias para apurar os fatos. Em nota, a insituição ressalta que atua em conjunto com a PM, responsável pelo policiamento ostensivo, para reprimir as práticas delituosas.
Informações sobre ações criminosas, ou sobre qualquer provedor que venha a oferecer serviços após sabotagem ou proibição de atividade de outra operadora, podem ser repassadas anonimamente ao Disque Denúncia, pelo telefone (21) 2253-1177, por ligação ou WhatsApp (que recebe fotos, coordenadas, mapas, áudios e vídeos).
O canal recebe qualquer informação que auxilia na identificação das empresas envolvidas, tais como: dados de cobrança (contas, chaves PIX), números de telefone, materiais publicitários, localização de bases e pontos de operação na região, escritórios para pagamento em espécie, nomes e CNPJs de empresas, entre outros.
O canal recebe qualquer informação que auxilia na identificação das empresas envolvidas, tais como: dados de cobrança (contas, chaves PIX), números de telefone, materiais publicitários, localização de bases e pontos de operação na região, escritórios para pagamento em espécie, nomes e CNPJs de empresas, entre outros.
Em situações de emergência, a Polícia Militar deve ser acionada imediatamente pela Central 190 ou pelo aplicativo 190.
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