Publicado 03/07/2026 19:32
Rio - Seis pessoas acabaram presas em flagrante durante uma operação contra esquema de desvio de combustíveis em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, nesta sexta-feira (3). A ação, coordenada por agentes da Operação Foco, do Gabinete de Segurança Institucional do Rio, em conjunto com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e a Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários (Delfaz) teve como alvo um posto clandestino de gasolina, conhecido como 'biqueira'.
Durante a fiscalização, as equipes apreenderam 12 mil litros de combustíveis armazenados de forma irregular, sendo 5 mil litros de gasolina comum, 1 mil litros de gasolina aditivada, 2,3 mil litros de etanol, 1 mil litros de diesel S500 e 2,9 mil litros de diesel S10. O galpão onde funcionava a 'biqueira' acabou sendo interditado pela ANP e pela Delfaz. Também foram apreendidos R$ 22,7 mil em espécie.
De acordo com as investigações, o dinheiro era utilizado para remunerar caminhoneiros que desviavam parte da carga transportada. As equipes localizaram ainda dois caminhões-tanque ligados ao esquema. Um estava estacionado no galpão e o outro foi interceptado quando deixava o local.
PublicidadeDurante a fiscalização, as equipes apreenderam 12 mil litros de combustíveis armazenados de forma irregular, sendo 5 mil litros de gasolina comum, 1 mil litros de gasolina aditivada, 2,3 mil litros de etanol, 1 mil litros de diesel S500 e 2,9 mil litros de diesel S10. O galpão onde funcionava a 'biqueira' acabou sendo interditado pela ANP e pela Delfaz. Também foram apreendidos R$ 22,7 mil em espécie.
De acordo com as investigações, o dinheiro era utilizado para remunerar caminhoneiros que desviavam parte da carga transportada. As equipes localizaram ainda dois caminhões-tanque ligados ao esquema. Um estava estacionado no galpão e o outro foi interceptado quando deixava o local.
Como funcionava o esquema
As investigações apontam que a fraude começava ainda nas distribuidoras. Os caminhões saíam das bases com lacres incompatíveis com as respectivas notas fiscais. Durante o percurso, os motoristas desviavam aproximadamente 20 litros de cada um dos oito compartimentos do tanque. O combustível era descarregado na 'biqueira' mediante pagamento de R$ 70 a cada 20 litros. Em seguida, os compartimentos recebiam os lacres corretos, correspondentes à documentação da carga, dificultando a identificação da fraude pelas transportadoras e pelos clientes.
O combustível desviado era comercializado ilegalmente no local por valores inferiores aos praticados no mercado regular. Além da revenda clandestina, o esquema colocava em risco consumidores e moradores da região, em razão da ausência de controles de segurança e da possibilidade de adulteração dos combustíveis. A prática também causa prejuízos às distribuidoras e transportadoras, além de gerar perdas na arrecadação tributária do Estado.
As investigações apontam que a fraude começava ainda nas distribuidoras. Os caminhões saíam das bases com lacres incompatíveis com as respectivas notas fiscais. Durante o percurso, os motoristas desviavam aproximadamente 20 litros de cada um dos oito compartimentos do tanque. O combustível era descarregado na 'biqueira' mediante pagamento de R$ 70 a cada 20 litros. Em seguida, os compartimentos recebiam os lacres corretos, correspondentes à documentação da carga, dificultando a identificação da fraude pelas transportadoras e pelos clientes.
O combustível desviado era comercializado ilegalmente no local por valores inferiores aos praticados no mercado regular. Além da revenda clandestina, o esquema colocava em risco consumidores e moradores da região, em razão da ausência de controles de segurança e da possibilidade de adulteração dos combustíveis. A prática também causa prejuízos às distribuidoras e transportadoras, além de gerar perdas na arrecadação tributária do Estado.
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