Publicado 16/07/2026 07:27
Rio - A Polícia Militar realiza uma operação na Favela do Mandela, no Complexo de Manguinhos, na Zona Norte, na manhã desta quinta-feira (16). Na ação, agentes prenderam Yuri Theodoro Linhares, conhecido como Bicudo, 29 anos, apontado como chefe do tráfico de drogas na comunidade do Arará, em Benfica.
Contra ele, havia dois mandados de prisão em aberto. O criminoso também é investigado por atuar como mandante do sequestro e da tortura de sua ex-companheira.
PublicidadeContra ele, havia dois mandados de prisão em aberto. O criminoso também é investigado por atuar como mandante do sequestro e da tortura de sua ex-companheira.
De acordo com o porta-voz da PM, o major Maicon, esse é a terceira liderença criminosa que a UPP de Manguinhos consegue retirar de circulação neste ano.
"Nós conseguimos retirar de circulação o Maurinho Macaé, que estava fugindo de uma operação policial, o Problemático, que é o filho de traficante conhecido como Choque que está preso e agora Yuri Theodoro, vulgo Bicudo, um criminoso que já tem várias anotações criminais. Ele tinha mandado de prisão por tráfico de drogas, sequestro e por outros crimes também e nesse momento ele foi preso e levado para a 21ªDP", destacou.
Equipes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), da Seção de Inteligência (SSI), do Batalhão Tático de Motociclistas (BTM) e do Comando de Polícia Pacificadora (CPP) atuam nas comunidades. A operação segue em andamento.
"Nós conseguimos retirar de circulação o Maurinho Macaé, que estava fugindo de uma operação policial, o Problemático, que é o filho de traficante conhecido como Choque que está preso e agora Yuri Theodoro, vulgo Bicudo, um criminoso que já tem várias anotações criminais. Ele tinha mandado de prisão por tráfico de drogas, sequestro e por outros crimes também e nesse momento ele foi preso e levado para a 21ªDP", destacou.
Equipes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), da Seção de Inteligência (SSI), do Batalhão Tático de Motociclistas (BTM) e do Comando de Polícia Pacificadora (CPP) atuam nas comunidades. A operação segue em andamento.
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