Publicado 16/07/2026 09:26 | Atualizado 16/07/2026 11:15
Rio - O Ministério Público do Rio (MPRJ) realizou, nesta quinta-feira (16), uma operação contra dez investigados por envolvimento em um esquema estruturado para direcionar contratos públicos e desviar recursos por meio de empresas controladas de forma oculta. Entre os alvos de mandado de busca e apreensão, estão o deputado estadual Rafael Nobre (União Brasil) e o vereador Magrão Nobre (União Brasil), de São João de Meriti.
PublicidadeDurante a ação, os agentes apreenderam R$ 21 mil na casa de Rafael e R$ 45 mil na residência de Magrão Nobre. O procurador-geral de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Antonio José Campos Moreira, ofereceu denúncia contra os investigados pelos crimes de organização criminosa, fraude em licitações, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.
A pedido do Ministério Público, o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) expediu os mandados cumpridos por agentes da Coordenadoria de Segurança e Inteligência, em endereços relacionados aos denunciados, incluindo os gabinetes de Rafael e Magrão. Além da condenação, o Ministério Público requer o ressarcimento dos danos causados aos cofres públicos.
Em nota, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) informou que acompanhou a operação e colocou-se à disposição para prestar toda a colaboração necessária ao andamento das investigações. "A Alerj reitera que atua com austeridade e compromisso com o povo fluminense", comunicou.
A pedido do Ministério Público, o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) expediu os mandados cumpridos por agentes da Coordenadoria de Segurança e Inteligência, em endereços relacionados aos denunciados, incluindo os gabinetes de Rafael e Magrão. Além da condenação, o Ministério Público requer o ressarcimento dos danos causados aos cofres públicos.
Em nota, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) informou que acompanhou a operação e colocou-se à disposição para prestar toda a colaboração necessária ao andamento das investigações. "A Alerj reitera que atua com austeridade e compromisso com o povo fluminense", comunicou.
Já a Câmara Municipal afirmou que colaborou com as autoridades para o cumprimento da ordem judicial e segue à disposição delas.
O DIA tenta contato com as defesas de Rafael e Magrão por e-mail, mas ainda não obteve resposta.
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