Publicado 23/07/2026 07:35 | Atualizado 23/07/2026 07:59
Rio - Rosa Perdigão, referência no segmento das baianas de acarajé, morreu nesta quarta-feira (22). Empreendedora e coordenadora estadual da Associação Nacional das Baianas de Acarajé, Mingau, Receptivo e Similares (ABAM), ela foi uma importante liderança do movimento e defensora da valorização das tradições afro-brasileiras.
PublicidadeÀ frente do Cheirinho de Dendê, Rosa fez da Cinelândia um espaço de encontro, afeto e celebração de saberes e costumes que ajudou a preservar ao longo da vida.
Nas redes sociais, a Secretaria Municipal de Cultura do Rio lamentou a morte e destacou que Rosa transformou seu ofício em um importante instrumento de preservação do patrimônio cultural.
"Sua atuação ultrapassou a gastronomia: Rosa foi uma voz ativa na valorização das tradições de matriz africana e na luta pelo reconhecimento das baianas de acarajé como patrimônio vivo brasileiro. Neste momento de despedida, a Secretaria Municipal de Cultura se solidariza com familiares, amigos e toda a comunidade que teve sua trajetória marcada por sua generosidade, força e dedicação. Que seu legado siga inspirando as futuras gerações e fortalecendo a diversidade cultural do Rio de Janeiro", disse em comunicado.
A Associação Nacional das Baianas de Acarajé, Mingau, Receptivo e Similares (ABAM) também prestou solidariedade aos familiares. A instituição destacou ainda a importante liderança de Rosa para o movimento.
"Desde a fundação da ABAM Rio, em 2011, Rosa fez parte dessa história. Ingressou inicialmente como associada e, com seu comprometimento, dedicação e amor à causa, assumiu a coordenação da entidade, tornando-se uma voz firme e respeitada na luta pelos direitos das baianas de acarajé e pela valorização de nossa cultura.
Reconhecida como referência para as baianas do Rio de Janeiro, Rosa dedicou sua vida à promoção do Ofício das Baianas de Acarajé, Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, atuando também em conselhos e espaços de representação sóciocultural, sempre em defesa da preservação da nossa tradição ancestral e do fortalecimento das mulheres que dela vivem", frisou em comunicado.
O ofício das Baianas do Acarajé foi tombado pelo Iphan como Patrimônio Imaterial do Brasil em 2005. Membro do Conselho de Cultura do Município do Rio, de 2018 à 2023, Rosa Perdigão levou para os fóruns debates importantes sobre “como fomentar a Cultura africana no Brasil” e “como fomentar a Cultura brasileira na África”.
A informação sobre a causa da morte ainda não foi divulgada. O velório acontecerá nesta quinta-feira(23) a partir das 13h30, e o sepultamento será às 15h30, no Cemitério da Penitência, no Caju.
"Desde a fundação da ABAM Rio, em 2011, Rosa fez parte dessa história. Ingressou inicialmente como associada e, com seu comprometimento, dedicação e amor à causa, assumiu a coordenação da entidade, tornando-se uma voz firme e respeitada na luta pelos direitos das baianas de acarajé e pela valorização de nossa cultura.
Reconhecida como referência para as baianas do Rio de Janeiro, Rosa dedicou sua vida à promoção do Ofício das Baianas de Acarajé, Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, atuando também em conselhos e espaços de representação sóciocultural, sempre em defesa da preservação da nossa tradição ancestral e do fortalecimento das mulheres que dela vivem", frisou em comunicado.
O ofício das Baianas do Acarajé foi tombado pelo Iphan como Patrimônio Imaterial do Brasil em 2005. Membro do Conselho de Cultura do Município do Rio, de 2018 à 2023, Rosa Perdigão levou para os fóruns debates importantes sobre “como fomentar a Cultura africana no Brasil” e “como fomentar a Cultura brasileira na África”.
A informação sobre a causa da morte ainda não foi divulgada. O velório acontecerá nesta quinta-feira(23) a partir das 13h30, e o sepultamento será às 15h30, no Cemitério da Penitência, no Caju.
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