Publicado 03/02/2025 15:15
São Pedro da Aldeia - Pais e responsáveis do bairro Retiro, em São Pedro da Aldeia, estão preocupados com as condições da Escola Municipal Plínio de Assis Tavares, que passou a funcionar como creche em tempo integral na última sexta-feira (31). O principal receio é que a unidade não tenha capacidade para comportar as crianças durante todo o dia, devido à falta de estrutura adequada.
Pais de alunos relatam que as salas são “pequenas e muito quentes”, o que pode prejudicar o bem-estar das crianças. “É difícil imaginar como elas vão passar o dia todo nesse calor”, disse uma mãe, que preferiu não se identificar.
PublicidadePais de alunos relatam que as salas são “pequenas e muito quentes”, o que pode prejudicar o bem-estar das crianças. “É difícil imaginar como elas vão passar o dia todo nesse calor”, disse uma mãe, que preferiu não se identificar.

Outro ponto mencionado é o uso do mesmo banheiro por alunos e funcionários, incluindo homens e mulheres. “Os funcionários também usam o banheiro das crianças, não tem separação. Isso não é seguro”, afirmou a responsável.
Eles denunciam também que “a unidade não possui parque ou espaço de lazer adequado para os alunos”. “Eles ficam trancados dentro das salas o dia inteiro”, pontuou.
Os pais explicam que, com a mudança, a escola passou a receber crianças a partir dos dois anos de idade, mas, segundo informações da direção, não há previsão de reforma ou qualquer adaptação na infraestrutura.
Apesar disso, muitas famílias mantiveram a matrícula por medo de perder a vaga no ano seguinte. “Se a gente tirar a criança agora, corre o risco de não conseguir vaga no ano que vem”, relatou outro responsável, que também preferiu não se identificar.
Diante dos fatos, o Jornal O Dia entrou em contato com a prefeitura de São Pedro da Aldeia, questionando sobre as denúncias. Em resposta, o município enviou a seguinte nota:
“A Secretaria Municipal de Educação informa que está ciente da situação e atenderá as demandas em breve. Destacamos que a direção da escola irá realizar uma reunião com os responsáveis para prestar todos os esclarecimentos necessários”.
Eles denunciam também que “a unidade não possui parque ou espaço de lazer adequado para os alunos”. “Eles ficam trancados dentro das salas o dia inteiro”, pontuou.
Os pais explicam que, com a mudança, a escola passou a receber crianças a partir dos dois anos de idade, mas, segundo informações da direção, não há previsão de reforma ou qualquer adaptação na infraestrutura.
Apesar disso, muitas famílias mantiveram a matrícula por medo de perder a vaga no ano seguinte. “Se a gente tirar a criança agora, corre o risco de não conseguir vaga no ano que vem”, relatou outro responsável, que também preferiu não se identificar.
Diante dos fatos, o Jornal O Dia entrou em contato com a prefeitura de São Pedro da Aldeia, questionando sobre as denúncias. Em resposta, o município enviou a seguinte nota:
“A Secretaria Municipal de Educação informa que está ciente da situação e atenderá as demandas em breve. Destacamos que a direção da escola irá realizar uma reunião com os responsáveis para prestar todos os esclarecimentos necessários”.
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