Voluntários participaram de grandes operações humanitárias e ambientais em diferentes regiões do paísDivulgação
Publicado 06/05/2026 18:06
Fundado em 6 de maio de 1985, em meio às montanhas da Serra Fluminense, o Padrão Águias da Aventura Objetiva chega aos 41 anos como uma das instituições mais relevantes na formação de jovens e na atuação em causas ambientais e humanitárias. O que começou como um movimento idealista de jovens preocupados com a degradação ambiental se transformou em uma organização sólida, reconhecida pela atuação em cenários críticos e pela formação disciplinar de seus integrantes. 

A filosofia da instituição é guiada pelo fundador, Cleiton Pimentel, que resume essa missão ao afirmar: “Um Expedicionista não é treinado apenas para superar a natureza, mas para compreendê-la, respeitá-la e protegê-la. Nossa missão sempre foi formar guardiões da vida.”

Ao longo das décadas, o Padrão Águias ampliou sua atuação com projetos educacionais, ações comunitárias, expedições pedagógicas e apoio à formação técnica e acadêmica. A instituição se consolidou como referência em educação ambiental, inicialmente na Serra Fluminense e, posteriormente, em todo o país.

A formação oferecida vai além da teoria. Os participantes desenvolvem habilidades como sobrevivência em áreas remotas, primeiros socorros, liderança, trabalho em equipe e preparo físico e mental. Mais do que capacitação técnica, o objetivo é formar cidadãos com valores sólidos, responsabilidade e compromisso com a vida.

Além da formação, o Padrão Águias também se destaca pela atuação direta em desastres socioambientais, como enchentes, deslizamentos, queimadas e operações de resgate. A atuação voluntária e a capacidade de resposta em situações extremas renderam reconhecimento de instituições e comunidades atendidas ao longo dos anos.
Presença ativa em ações de prevenção e resposta a desastres
Em nível local, integrantes do grupo já atuaram ao lado da Defesa Civil em simulados de evacuação e preparação de comunidades em áreas de risco, contribuindo para orientar moradores e fortalecer a cultura de prevenção diante de chuvas intensas e deslizamentos.

A experiência adquirida nessas ações foi fundamental para consolidar a capacidade operacional da instituição, que ganhou projeção nacional ao participar de grandes tragédias. Entre os principais exemplos estão a atuação na tragédia da Região Serrana de 2011, que afetou diretamente Teresópolis, além de operações nos rompimentos das barragens de Mariana e Brumadinho.

Mais recentemente, equipes formadas por expedicionistas de Teresópolis foram mobilizadas para atuar em outras regiões do país, como na crise provocada por enchentes em Minas Gerais, onde contribuíram com organização logística de donativos, apoio a famílias atingidas e estruturação de operações humanitárias.
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