Publicado 29/10/2025 16:07
Três Rios - O prefeito de Três Rios, Jonas Dico, e o vice-prefeito Arsonval Macedo Neto (Liliu), eleitos na eleição suplementar do município, foram diplomados nesta quarta-feira (29), em cerimônia realizada no Fórum de Três Rios.
A cerimônia foi presidida pela juíza eleitoral Dra. Ana Carolina Gantois Cardoso. O prefeito e o vice-prefeito, em discurso, reafirmaram o compromisso com a população trirriense em fornecer melhorias em toda a cidade e colocar em prática o programa de governo apresentado aos cidadãos.
“Agradeço à população pela confiança, à Câmara de Vereadores pela parceria, ao meu vice Liliu e ao amigo Joa por caminharem junto comigo nesta nova etapa de minha vida. Vamos continuar trabalhando diariamente, com dedicação e comprometimento, em prol da população e buscando parcerias nas esferas estadual e federal”, declarou o prefeito Jonas Dico.
PublicidadeA cerimônia foi presidida pela juíza eleitoral Dra. Ana Carolina Gantois Cardoso. O prefeito e o vice-prefeito, em discurso, reafirmaram o compromisso com a população trirriense em fornecer melhorias em toda a cidade e colocar em prática o programa de governo apresentado aos cidadãos.
“Agradeço à população pela confiança, à Câmara de Vereadores pela parceria, ao meu vice Liliu e ao amigo Joa por caminharem junto comigo nesta nova etapa de minha vida. Vamos continuar trabalhando diariamente, com dedicação e comprometimento, em prol da população e buscando parcerias nas esferas estadual e federal”, declarou o prefeito Jonas Dico.
Eleição Suplementar
Jonas Dico foi o mais votado na eleição suplementar realizada no início deste mês, com 16.182 votos. Com isso, foi o escolhido para comandar Três Rios até dezembro de 2028.
A eleição suplementar no município foi realizada após a cassação do mandato de Joa, que havia sido eleito em 2024, mas teve o registro de candidatura indeferido pela Justiça Eleitoral. Após a vitória no pleito, Joa chegou a ser diplomado e tomar posse por conta de uma liminar, mas a decisão foi revogada pelo Tribunal Superior Eleitoral em julho, confirmado a inelegibilidade por irregularidades em suas contas quando foi presidente da Câmara Municipal do município.
Como ele havia tido mais de 50% dos votos válidos, não era possível a diplomação do segundo colocado, tornando obrigatória a convocação de uma eleição suplementar.
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