Por daniela.lima

Rio - O samba foi o grande homenageado do 25º Prêmio da Música Brasileira, quarta-feira, no Theatro Municipal, que teve como mestres de cerimônia Camila Pitanga e Mateus Solano. Zé Maurício Machline, idealizador da premiação, fez um tributo a José Wilker, Oscar Castro Neves, Nelson Ned, Reginaldo Rossi, Dominguinhos, João Araújo, Alexandre Pessoal (filho de Erasmo Carlos) e Jair Rodrigues — artistas e amigos que se foram.

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Péricles dividiu o palco com a cantora africana Angelique KidjoAg. News


A partir daí, a emoção tomou conta dos artistas, que fizeram alguns dos melhores shows da história da premiação, como a apresentação de Péricles com a cantora africana Angelique Kidjo (aplaudidos de pé) e do rapper Criolo com o veterano sambista baiano Riachão, de 93 anos. Sem contar com as performances de Gilberto Gil, Beth Carvalho, Maria Bethânia, Baby do Brasil — que mudou a letra da música ‘E o Mundo Não se Acabou’ (ela trocou ‘rezar’ por ‘orar’) — e o trio formado por Arlindo Cruz, Zeca Pagodinho e Almir Guineto. E, para encerrar, Paulinho da Viola cantou ‘Foi Um Rio que Passou em Minha Vida’.

Na categoria MPB, os premiados foram Bethânia, como melhor cantora; Milton Nascimento, cantor (com Mateus Solano); Edu Lobo, álbum, e Boca Livre, grupo. Zeca, Alcione e Wilson das Neves ganharam troféus na categoria Samba. O bandolinista Hamilton de Holanda levou dois prêmios na categoria Instrumental: álbum (‘Mundo de Pixinguinha’) e solista.

A plateia também brilhou com as presenças de Reynaldo Gianecchini, Leandra Leal e Alê Youssef, Flávio Bauraqui e Marisa Orth, Lúcia Veríssimo, Georgiana Góes, Vera Zimmerman, Sérgio Loroza, Tonico Pereira, Ingra Liberato e Supla, com modelito que parecia a roupa do xerife Woody, do filme ‘Toy Story’.

Depois dos aplausos, a comemoração se estendeu até as quatro da manhã, embalada com litros de espumante e música brasileira, tocada pelo DJ Marcelo Janot, na Sociedade Hípica Brasileira, na Lagoa.

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