Grupo percorreu as principais ruas da região central e encerrou o ato na praça em frente à sede do governo municipalFoto: Divulgação
Publicado 28/07/2026 17:00
Angra dos Reis - Trabalhadores e empresários do setor de turismo realizaram uma manifestação no Centro de Angra, nessa segunda-feira (27), em protesto contra a Taxa de Turismo Sustentável (TTS) cobrada pela Prefeitura de turistas que visitam o município e a Ilha Grande.
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O grupo percorreu as principais ruas da região central e encerrou o ato na praça em frente à sede do governo municipal. Com cartazes e faixas, os manifestantes pediram o fim da cobrança, em vigor desde o início de junho. A taxa tem valor de R$ 50 e validade de 30 dias.
Moradores e parentes até segundo grau, idosos a partir de 60 anos, crianças de até 12 anos e pessoas com deficiência têm direito à isenção, mediante cadastro pela internet.
Para os visitantes que chegam à Ilha Grande, a cobrança é de R$ 50 para permanência de até dois dias em hospedagens legalizadas. Para quem não estiver hospedado em estabelecimentos regularizados, o valor é de R$ 100.
Na modalidade day use, para quem permanece apenas durante o dia e embarca para a ilha pelo Cais de Santa Luzia, a taxa é de R$ 28, valor válido até junho de 2027.
Turistas que embarcam em outras cidades, mas possuem comprovante de reserva de hospedagem em Angra dos Reis ou na Ilha Grande, também estão sujeitos à cobrança de R$ 50.
A AMHIG defende que qualquer iniciativa voltada ao turismo deve ser com diálogo, transparência e respeito à realidade da ilha.
"Seguiremos trabalhando para construir soluções que fortaleçam o destino sem penalizar quem vive e trabalha na região."
A AMHIG reforça que continuará acompanhando de perto as discussões sobre o tema e atuando junto aos poderes públicos em defesa do turismo, da economia local e do desenvolvimento sustentável da Ilha Grande.
Segundo a Prefeitura de Angra dos Reis, a taxa foi criada com o objetivo de controlar o fluxo de visitantes e ordenar o turismo, contribuindo para a preservação ambiental e a sustentabilidade do município. A cobrança foi aprovada pela Câmara Municipal.
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