Publicado 03/10/2024 14:49
Arraial do Cabo - O grupo de voluntários Amor em Patas, responsável pelo resgate da cadela recém-parida supostamente vítima de abuso sexual em Arraial do Cabo na última segunda-feira (30), divulgou novas informações sobre o caso e sobre o animal, que segue internado e aguardando resultados de exames, com auxílio de uma vaquinha on-line.
Ao Jornal, a equipe de voluntários, formada por sete pessoas, contou que recebeu denúncias de que um homem, não tutor da cadela, mas residente no quintal, estaria abusando sexualmente dela. O animal, segundo afirmam, apresentava a vulva totalmente dilacerada e machucada, esvaindo sangue.
PublicidadeAo Jornal, a equipe de voluntários, formada por sete pessoas, contou que recebeu denúncias de que um homem, não tutor da cadela, mas residente no quintal, estaria abusando sexualmente dela. O animal, segundo afirmam, apresentava a vulva totalmente dilacerada e machucada, esvaindo sangue.

Os voluntários afirmam que, no momento, a cadela, que foi nomeada como “Vitória”, está aguardando exames laboratoriais para que o grupo possa direcionar a linha de tratamento a ser conduzida pelos profissionais veterinários que atendem o Amor em Patas. Para que isso seja possível, o grupo está promovendo uma vaquina on-line, onde qualquer valor doado para o tratamento e internação da cadela é válido.
A equipe relatou que em momento algum houve resistência por parte dos moradores na entrega dos animais e, durante conversa, menores residentes da localidade teriam admitido o crime por parte de um familiar e, para além disso: teriam agradecido pelo resgate do animal.
“Em continuidade ao contato com os moradores que lá estavam, foi confessado pelos infantes, adolescentes e moradores locais, os quais não podemos ceder o circuito de imagens, – crianças essas, que ao nosso entender se encontram em situação de vulnerabilidade social -, que o irmão da avó, o qual, por ora, não podemos identificar, faz ‘aquelas coisas’ com a cadelinha, inclusive agradecendo por virmos salvar a cadela abusada”, destaca a nota dos voluntários.
Além do animal supostamente vítima de violência sexual, outros dois animais também foram encontrados em situação de maus-tratos.
Segundo os voluntários, o filhote encontrava-se no local com infestação de pulgas e carrapatos, desidratado e em contato a todo momento com a secreção purulenta da mãe. Eles acreditam que o animal possui a doença viral que acomete a cadela parturiente.
Além da mãe e do filhote, um cão, aparentemente da raça american bully foi identificado vivendo em um curral de madeira exposto ao sol e chuva. Ele estava sem água e alimentos, sendo laudado com possível doença venérea, a qual ainda está em análise laboratorial clínica, e desidratação.
Os voluntários receberam auxílio da secretaria de Meio Ambiente, por meio do GOPAM, para a retirada dos animais, que seguem em tratamento. Em nota, o Amor em Pata destacou que seu corpo jurídico está “formalizando documentação junto aos profissionais técnicos responsáveis por laudar e atestar o crime de maus-tratos para que possam encaminhar à autoridade policial o pedido de investigação em desfavor ao suposto do fato”.
“Em continuidade ao contato com os moradores que lá estavam, foi confessado pelos infantes, adolescentes e moradores locais, os quais não podemos ceder o circuito de imagens, – crianças essas, que ao nosso entender se encontram em situação de vulnerabilidade social -, que o irmão da avó, o qual, por ora, não podemos identificar, faz ‘aquelas coisas’ com a cadelinha, inclusive agradecendo por virmos salvar a cadela abusada”, destaca a nota dos voluntários.
Além do animal supostamente vítima de violência sexual, outros dois animais também foram encontrados em situação de maus-tratos.
Segundo os voluntários, o filhote encontrava-se no local com infestação de pulgas e carrapatos, desidratado e em contato a todo momento com a secreção purulenta da mãe. Eles acreditam que o animal possui a doença viral que acomete a cadela parturiente.
Além da mãe e do filhote, um cão, aparentemente da raça american bully foi identificado vivendo em um curral de madeira exposto ao sol e chuva. Ele estava sem água e alimentos, sendo laudado com possível doença venérea, a qual ainda está em análise laboratorial clínica, e desidratação.
Os voluntários receberam auxílio da secretaria de Meio Ambiente, por meio do GOPAM, para a retirada dos animais, que seguem em tratamento. Em nota, o Amor em Pata destacou que seu corpo jurídico está “formalizando documentação junto aos profissionais técnicos responsáveis por laudar e atestar o crime de maus-tratos para que possam encaminhar à autoridade policial o pedido de investigação em desfavor ao suposto do fato”.
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