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Assassino de ambulante em São Paulo diz ter 'ideia da burrada que fez'

O crime aconteceu no dia 25 de dezembro em uma estação do metrô de São Paulo. Vítima, que foi covardemente agredida, tentou defender uma travesti

Por rafael.nascimento

São Paulo - Um dos assassinos confessos do vendedor ambulante Luiz Carlos Ruas, na noite de Natal, em São Paulo, diz que está arrependido por ter cometido o crime. O segurança Alípio Rogério Belo dos Santos, 26 anos,contou que, eles não queriam ter matado da vítima. 

O criminoso afirmou que viu o crime como "um erro muito grande". "Não era para eu ter matado aquele senhor. Faço ideia da merda que eu fiz, da burrada. A gente pensa depois, 'por que que eu fiz isso?'", contou, em entrevista na noite deste domingo ao "Fantástico", da TV Globo.

O ambulante, conhecido como Índio, foi covardemente assassinado por Santos e por seu primo, o auxiliar de pedreiro Ricardo do Nascimento Martins, 21, na noite do último domingo, 25 de dezembro. De acordo com mais de quatorze testemunhas, a vítima tentou defender uma travesti de agressão da dupla e foi morto por espancamento dentro da estação do metrô Pedro II, no Brás, na Região Central de São Paulo. Os criminosos contaram que reagiam a um assalto.

Na última sexta-feira, parentes e amigos do ambulante morto foram à estação e fizeram uma manifestação. Na ocasião, eles trocaram o nome da estação para Luiz Carlos Ruas. Na quarta-feira, os criminosos confessos estiveram no local do crime e a presença de ambos na estação causou revolta em usuários do transporte, que chegaram a xingá-los e até atirar objetos contra eles.


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