Onda de violência perde força no Ceará

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Blocos saíram no Centro e declararam a abertura não oficial do Carnaval. Ao lado, Raquel Poti no Bloco 'Vem cá, minha flor' -

Mais de 300 profissionais de segurança pública e 30 veículos, enviados pela Força Nacional na sexta-feira, reforçam a patrulha policial desde a noite de sábado em Fortaleza e outras cidades cearenses. Cerca de 80 agentes penitenciários também foram enviados ao Ceará pelos governos de outros estados do Nordeste para fortalecer o sistema prisional. Com isso, os ataques caíram. Foram seis na madrugada de domingo, fora da capital. Os presos somam 110.

Cerca de 100 ataques criminosos ocorreram no estado cearense desde a quarta-feira, atingindo de 20 municípios. Ônibus, agências bancárias, delegacias, equipamentos públicos, veículos particulares, postos de combustíveis e supermercados foram atingidos.

Dois suspeitos de ataques criminosos no Ceará, ainda não identificados, foram mortos durante troca de tiros com a Polícia Militar na madrugada de domingo. O caso aconteceu após os suspeitos tentarem atear fogo em um posto de atendimento do Departamento Estadual de Trânsito (Detran). Um policial foi atingido na mão.

A secretaria da Administração Penitenciária (Seap) afirma que 407 aparelhos de celular foram retirados de unidades penitenciárias de todo o estado desde a semana passada, além de televisores.

Os ataques são atribuídos à reação de facções criminosas à proposta do governo estadual, comandado por Camilo Santana (PT) de deixar de separar, nas penitenciárias, presos por organização criminosa a que pertencem.

 

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