Dez criminosos participaram de roubo de ouro no Aeroporto de Guarulhos

Os criminosos levaram 718,9 quilos de ouro que valem, segundo a polícia, mais de R$ 100 milhões

Por Agência Brasil

Carga de ouro é avaliada em mais de R$ 100 milhões
Carga de ouro é avaliada em mais de R$ 100 milhões -
São Paulo - Ao menos dez pessoas participaram do roubo de uma carga de ouro nesta quinta-feira, no Aeroporto Internacional de Guarulhos, segundo o delegado responsável pelo caso, João Carlos Hueb. Os criminosos levaram 718,9 quilos de ouro que valem, segundo a polícia, mais de R$ 100 milhões.
"É uma quadrilha bem organizada, que conhece meios de investigação. Não foi, com certeza, o primeiro roubo deles", disse João ao detalhar a ação da quadrilha. De acordo com Hueb, os ladrões estiveram todo o tempo com o rosto coberto e tentaram apagar as digitais dos carros usados no crime. Até o momento foram ouvidas nove testemunhas.
O roubo
Oito homens armados invadiram, nesta quinta-feira (25), o armazém de exportação do terminal de cargas do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, e roubaram 750 quilos (kg) de metais preciosos, incluindo ouro.

A ação, segundo informações da GRU Airport, concessionária responsável pelo aeroporto, ocorreu por volta das 14h30. A carga está avaliada em US$ 30 milhões, cerca R$ 113 milhões.

O grupo entrou no armazém em dois veículos simulando viaturas da Polícia Federal e abordaram os agentes do terminal de cargas. Os metais preciosos seguiriam para Zurich e Nova York. A concessionária informou que não houve tiroteio ou feridos.

A operação de embarque e desembarque não foi afetada pelo roubo e funciona normalmente. A ação está sob investigação das autoridades policiais que atuam no aeroporto.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que os assaltantes mantiveram o supervisor de logística como refém e que a família dele estava com os criminosos sob cárcere privado desde a noite anterior. Os reféns já foram liberados. Segundo a assessoria de imprensa do órgão, os assaltantes podem, dessa forma, ter tido acesso a informações privilegiadas das operações no terminal.

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