Publicado 09/01/2024 12:20 | Atualizado 09/01/2024 12:26
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, disse que o governo federal utilizará "todo o poder que a máquina pública pode ter" para garantir proteção ao povo yanomami. De acordo com o presidente, não é possível a gestão "perder a guerra" para o garimpo ilegal.
"Vamos ter que fazer um esforço ainda maior, utilizar todo o poder que a máquina pública pode ter, porque não é possível que a gente possa perder uma guerra para garimpo ilegal, madereiro ilegal, para pessoas que estão fazendo coisas contra o que a lei determina", declarou Lula, em reunião com o ministros nesta terça-feira, 9, no Palácio do Planalto.
"Vamos ter que fazer um esforço ainda maior, utilizar todo o poder que a máquina pública pode ter, porque não é possível que a gente possa perder uma guerra para garimpo ilegal, madereiro ilegal, para pessoas que estão fazendo coisas contra o que a lei determina", declarou Lula, em reunião com o ministros nesta terça-feira, 9, no Palácio do Planalto.
No início do ano passado, Lula viajou acompanhado de ministros para Roraima para se reunir com lideranças indígenas e debater a desassistência sanitária no território yanomami.
Quase um ano depois da ida ao Estado, o presidente disse que, na reunião do período da manhã desta terça, será feito um balanço para verificar se o governo cumpriu o que foi decidido em relação ao povo.
"Vamos decidir tratar a questão de Roraima, indígena e yanomami como questão de Estado", afirmou Lula. "Essa reunião aqui é para definir de uma vez por todas o que nosso governo vai fazer para evitar que indigenas brasileiros continuem sendo vítimas de massacre, vandalismo, garimpagem e das pessoas que querem invadir as áreas que estão preservadas e que têm dono, que são os indígenas, e que não podem ser utilizadas", acrescentou. "Nós temos que fazer um combate muito sério e essa reunião de hoje é para a gente fazer uma revisão do que foi feito ano passado e o que temos que fazer a partir de hoje", comentou.
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