Publicado 16/05/2026 14:23 | Atualizado 16/05/2026 14:27
São Paulo - O pré-candidato do PSD à Presidência da República, Ronaldo Caiado, avalia que hoje um de seus desafios ainda é ser desconhecido por 53% da população. A fala se refere ao dado apresentado na mais recente pesquisa Datafolha, divulgada neste sábado, 16.
"Estamos com apoios relevantes em cada estado da federação, construindo palanques em todos os estados do Brasil. Estamos terminando de consolidar o Sul e o Sudeste. O Centro-Oeste me conhece mais. Mas o desafio agora é que sou desconhecido por 53% da população. Preciso que as pessoas conheçam o Caiado", afirmou o pré-candidato do PSD, em entrevista à Rádio 94 FM Dourados, do Mato Grosso do Sul, na tarde deste sábado.
Durante a entrevista, Caiado mencionou pontos que destacaria sobre sua gestão em Goiás e pelos quais gostaria que a população o conhecesse, como ações em segurança pública, alfabetização e combate ao crime organizado.
O ex-governador também citou a ampliação em investimentos empresariais no estado. "Isto foi em decorrência de uma reforma tributária que será extremamente penalizadora a nós do Centro-Oeste. Eu pretendo, Chegando à presidência, eu pretendo rever esses pontos que cada vez retiram mais repasse de verba para os estados que têm um grande poder produtivo, para os que não têm", diz.
Além disso, Caiado afirma que outro assunto que quer tratar caso chegue à presidência é conseguir governar junto a governadores e prefeitos. "A tese que nós ouvimos a vida toda, com 'menos Brasília e mais Brasil', pode ter certeza que é o que vai acontecer com Caiado presidente. Vou passar poderes para os Estados poderem ter maior amplitude de legislar sobre suas matérias."
Publicidade"Estamos com apoios relevantes em cada estado da federação, construindo palanques em todos os estados do Brasil. Estamos terminando de consolidar o Sul e o Sudeste. O Centro-Oeste me conhece mais. Mas o desafio agora é que sou desconhecido por 53% da população. Preciso que as pessoas conheçam o Caiado", afirmou o pré-candidato do PSD, em entrevista à Rádio 94 FM Dourados, do Mato Grosso do Sul, na tarde deste sábado.
Durante a entrevista, Caiado mencionou pontos que destacaria sobre sua gestão em Goiás e pelos quais gostaria que a população o conhecesse, como ações em segurança pública, alfabetização e combate ao crime organizado.
O ex-governador também citou a ampliação em investimentos empresariais no estado. "Isto foi em decorrência de uma reforma tributária que será extremamente penalizadora a nós do Centro-Oeste. Eu pretendo, Chegando à presidência, eu pretendo rever esses pontos que cada vez retiram mais repasse de verba para os estados que têm um grande poder produtivo, para os que não têm", diz.
Além disso, Caiado afirma que outro assunto que quer tratar caso chegue à presidência é conseguir governar junto a governadores e prefeitos. "A tese que nós ouvimos a vida toda, com 'menos Brasília e mais Brasil', pode ter certeza que é o que vai acontecer com Caiado presidente. Vou passar poderes para os Estados poderem ter maior amplitude de legislar sobre suas matérias."
Crime organizado
Caiado afirmou ainda que, se eleito, pretende atuar em parceria direta com governadores no combate ao crime organizado e reforçar o controle de fronteiras com uso de tecnologia e integração entre forças de segurança. Ele defendeu ainda classificar facções criminosas como organizações terroristas.
"Eu vou governar com os governadores. Vou trazer o que tem de mais sofisticado em tecnologia, principalmente na área de satélite, para identificação de fronteira seca", afirmou, acrescentando que o combate às facções exigirá integração com países vizinhos e ampliação da atuação das forças federais. "Encaminhando ao Congresso Nacional as facções como terroristas, eu terei como usar todas as forças que eu tenho: Aeronáutica, Marinha e Exército Brasileiro", disse.
Durante a entrevista, Caiado afirmou que o avanço do PCC e do Comando Vermelho ocorreu pela ausência de enfrentamento direto do poder público. "Neste governo, as duas maiores potências construídas foram o PCC e o Comando Vermelho, são as duas maiores multinacionais do Brasil."
O ex-governador também citou sua experiência à frente do governo de Goiás para defender endurecimento na área de segurança pública, observando que, ao assumir o Estado, regiões eram dominadas por facções criminosas. Ele diz que reforçou ações de inteligência policial e reformulou o sistema penitenciário goiano.
Ainda, Caiado criticou o contingenciamento de recursos federais para segurança pública. Segundo o pré-candidato do PSD, durante sua gestão em Goiás, o Estado investiu R$ 18 bilhões na área, enquanto recebeu R$ 980 milhões da União.
"Eu vou governar com os governadores. Vou trazer o que tem de mais sofisticado em tecnologia, principalmente na área de satélite, para identificação de fronteira seca", afirmou, acrescentando que o combate às facções exigirá integração com países vizinhos e ampliação da atuação das forças federais. "Encaminhando ao Congresso Nacional as facções como terroristas, eu terei como usar todas as forças que eu tenho: Aeronáutica, Marinha e Exército Brasileiro", disse.
Durante a entrevista, Caiado afirmou que o avanço do PCC e do Comando Vermelho ocorreu pela ausência de enfrentamento direto do poder público. "Neste governo, as duas maiores potências construídas foram o PCC e o Comando Vermelho, são as duas maiores multinacionais do Brasil."
O ex-governador também citou sua experiência à frente do governo de Goiás para defender endurecimento na área de segurança pública, observando que, ao assumir o Estado, regiões eram dominadas por facções criminosas. Ele diz que reforçou ações de inteligência policial e reformulou o sistema penitenciário goiano.
Ainda, Caiado criticou o contingenciamento de recursos federais para segurança pública. Segundo o pré-candidato do PSD, durante sua gestão em Goiás, o Estado investiu R$ 18 bilhões na área, enquanto recebeu R$ 980 milhões da União.
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