Publicado 20/06/2026 15:17 | Atualizado 20/06/2026 15:25
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou neste sábado, 20, que as mensagens de alerta recebidas por usuários nesta madrugada não foram disparadas pelas autoridades responsáveis pelo sistema oficial de avisos à população.
Em nota, a agência afirmou que "não há, neste momento, qualquer motivo de preocupação" em razão das mensagens recebidas.
Segundo a Anatel, os alertas encaminhados por meio da tecnologia Cell Broadcast são originados em uma plataforma própria da Defesa Civil (saiba mais abaixo), cabendo às operadoras apenas a transmissão das mensagens para as áreas geográficas determinadas pelos órgãos responsáveis.
A Anatel informou ainda que a Defesa Civil está apurando as circunstâncias do ocorrido e adotando as medidas necessárias para identificar a origem do disparo.
A Polícia Federal também investiga o caso.
Em diversas regiões do País, usuários receberam o alerta da Defesa Civil com a palavra "misantropia"- em alguns aparelhos escrita como "misantropi4". O conteúdo não tinha qualquer relação com protocolos oficiais de emergência. O tipo de envio foi classificada como "Alerta Extremo", categoria reservada para situações de risco iminente à vida, como enchentes, deslizamentos e tempestades severas.
PublicidadeEm nota, a agência afirmou que "não há, neste momento, qualquer motivo de preocupação" em razão das mensagens recebidas.
Segundo a Anatel, os alertas encaminhados por meio da tecnologia Cell Broadcast são originados em uma plataforma própria da Defesa Civil (saiba mais abaixo), cabendo às operadoras apenas a transmissão das mensagens para as áreas geográficas determinadas pelos órgãos responsáveis.
A Anatel informou ainda que a Defesa Civil está apurando as circunstâncias do ocorrido e adotando as medidas necessárias para identificar a origem do disparo.
A Polícia Federal também investiga o caso.
Em diversas regiões do País, usuários receberam o alerta da Defesa Civil com a palavra "misantropia"- em alguns aparelhos escrita como "misantropi4". O conteúdo não tinha qualquer relação com protocolos oficiais de emergência. O tipo de envio foi classificada como "Alerta Extremo", categoria reservada para situações de risco iminente à vida, como enchentes, deslizamentos e tempestades severas.
Onde ocorreu?
O governo identificou até o momento dez alertas disparados a partir de um possível ataque cibernético que alcançou milhões de pessoas na madrugada deste sábado, 20, de acordo com o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff.
Moradores de diversos estados brasileiros receberam na madrugada deste sábado, 20, um Alerta Extremo falso enviado pela plataforma Defesa Civil Alerta com a palavra misantropia, que significa "horror à humanidade ou aversão à natureza humana".
O secretário citou Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Brasília e Acre entre os locais que receberam alertas falsos, mas disse não conseguir precisar todas as localidades que registraram o ataque.
"A princípio, se eu não me engano, o primeiro alerta foi dado do Paraná, só que dentro do nosso sistema tem uma regra. Quem está no Paraná, cadastrado no Paraná, só consegue dar alerta para o estado do Paraná. Ele jamais conseguiria dar alerta para outros estados", afirmou, na manhã de hoje.
"E o levantamento, a varredura que foi feita dá conta de que houve 9 alertas usando o Cell Broadcast e 1 alerta usando o SMS", complementou.
Segundo ele, "o que parece ter ocorrido é que a pessoa ou as pessoas entraram, se cadastraram lá em algum sistema e fizeram alerta a partir de Curitiba".
"Não sei onde essa pessoa estava e nem quem é essa pessoa. Depois, a gente bloqueou uma outra pessoa. A mesma pessoa, não sei onde estava, entrou num outro lugar, com outro cadastro e fez um outro, fez nove vezes usando o sistema Cellbroacast e uma vez usando o SMS", continuou.
Segundo Wolff, milhões de brasileiros em vários estados foram alcançados pelas mensagens.
O secretário afirmou que ainda não é possível dizer se uma pessoa só conseguiu dar dez alertas, porque à medida que a área de tecnologia de informação tomou ciência dos ataques passou a cancelar o cadastro do usuário. "É difícil responder se uma ou mais pessoas participaram desse ato criminoso aí na madrugada de hoje", destacou.
"Eu não tenho como ainda, nessa altura, cravar como é que foi ou quem fez o acesso. Mas tudo indica que não é uma pessoa do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil, cadastrada pela Secretaria Nacional e que tem acesso, possibilidade de ter acesso regular a esse sistema", afirmou, afirmando que tudo leva a crer que foi um ataque hacker.
Ele disse ainda que as investigações da Polícia Federal, assim como a realizada por técnicos da diretoria de tecnologia de informação do ministério, vão ajudar a explicar como aconteceu o ataque e como alguém de fora da Defesa Civil conseguiu acessar o sistema, com ou sem senha.
"Temos que considerar o que aconteceu nesse ataque, né? Temos que avaliar e ter informações bastante seguras de como é que aconteceu esse ataque, como é que essas pessoas conseguiram furar a nossa segurança, ver se está atendido por esse desenvolvimento que está em andamento no Ministério e, no menor tempo possível, é uma questão de prioridade do governo federal, colocar essa nova versão que garanta mais segurança ao sistema", disse.
Wolff também disse não saber por que a pessoa usou a palavra misantropia e que não consegue estabelecer uma previsão para retorno para o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil.
"Quando ele estiver plenamente de segurança...e pelo menos nesses estados aí, a gente já foi capaz de fazer trocas das senhas, né? Para que tenha um mínimo de segurança que não vão ocorrer ataques novamente", disse.
O que significa 'misantropia'?
Misantropia é o termo usado para definir aversão, desprezo ou até mesmo ódio à humanidade. O termo também pode ser empregado para descrever pessoas que evitam o convívio social ou preferem o isolamento.
Como funciona o sistema de alerta?
O Defesa Civil Alerta utiliza a tecnologia Cell Broadcast para enviar mensagens diretamente aos celulares localizados em áreas de risco, sem necessidade de cadastro prévio. E foi criado para ampliar a capacidade de resposta em situações de emergência.
As notificações são enviadas por meio de SMS e com um aviso sonoro - mesmo se o celular estiver em modo silencioso. O objetivo é orientar a população diante de eventos que possam representar perigo imediato.
Moradores de diversos estados brasileiros receberam na madrugada deste sábado, 20, um Alerta Extremo falso enviado pela plataforma Defesa Civil Alerta com a palavra misantropia, que significa "horror à humanidade ou aversão à natureza humana".
O secretário citou Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Brasília e Acre entre os locais que receberam alertas falsos, mas disse não conseguir precisar todas as localidades que registraram o ataque.
"A princípio, se eu não me engano, o primeiro alerta foi dado do Paraná, só que dentro do nosso sistema tem uma regra. Quem está no Paraná, cadastrado no Paraná, só consegue dar alerta para o estado do Paraná. Ele jamais conseguiria dar alerta para outros estados", afirmou, na manhã de hoje.
"E o levantamento, a varredura que foi feita dá conta de que houve 9 alertas usando o Cell Broadcast e 1 alerta usando o SMS", complementou.
Segundo ele, "o que parece ter ocorrido é que a pessoa ou as pessoas entraram, se cadastraram lá em algum sistema e fizeram alerta a partir de Curitiba".
"Não sei onde essa pessoa estava e nem quem é essa pessoa. Depois, a gente bloqueou uma outra pessoa. A mesma pessoa, não sei onde estava, entrou num outro lugar, com outro cadastro e fez um outro, fez nove vezes usando o sistema Cellbroacast e uma vez usando o SMS", continuou.
Segundo Wolff, milhões de brasileiros em vários estados foram alcançados pelas mensagens.
O secretário afirmou que ainda não é possível dizer se uma pessoa só conseguiu dar dez alertas, porque à medida que a área de tecnologia de informação tomou ciência dos ataques passou a cancelar o cadastro do usuário. "É difícil responder se uma ou mais pessoas participaram desse ato criminoso aí na madrugada de hoje", destacou.
"Eu não tenho como ainda, nessa altura, cravar como é que foi ou quem fez o acesso. Mas tudo indica que não é uma pessoa do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil, cadastrada pela Secretaria Nacional e que tem acesso, possibilidade de ter acesso regular a esse sistema", afirmou, afirmando que tudo leva a crer que foi um ataque hacker.
Ele disse ainda que as investigações da Polícia Federal, assim como a realizada por técnicos da diretoria de tecnologia de informação do ministério, vão ajudar a explicar como aconteceu o ataque e como alguém de fora da Defesa Civil conseguiu acessar o sistema, com ou sem senha.
"Temos que considerar o que aconteceu nesse ataque, né? Temos que avaliar e ter informações bastante seguras de como é que aconteceu esse ataque, como é que essas pessoas conseguiram furar a nossa segurança, ver se está atendido por esse desenvolvimento que está em andamento no Ministério e, no menor tempo possível, é uma questão de prioridade do governo federal, colocar essa nova versão que garanta mais segurança ao sistema", disse.
Wolff também disse não saber por que a pessoa usou a palavra misantropia e que não consegue estabelecer uma previsão para retorno para o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil.
"Quando ele estiver plenamente de segurança...e pelo menos nesses estados aí, a gente já foi capaz de fazer trocas das senhas, né? Para que tenha um mínimo de segurança que não vão ocorrer ataques novamente", disse.
O que significa 'misantropia'?
Misantropia é o termo usado para definir aversão, desprezo ou até mesmo ódio à humanidade. O termo também pode ser empregado para descrever pessoas que evitam o convívio social ou preferem o isolamento.
Como funciona o sistema de alerta?
O Defesa Civil Alerta utiliza a tecnologia Cell Broadcast para enviar mensagens diretamente aos celulares localizados em áreas de risco, sem necessidade de cadastro prévio. E foi criado para ampliar a capacidade de resposta em situações de emergência.
As notificações são enviadas por meio de SMS e com um aviso sonoro - mesmo se o celular estiver em modo silencioso. O objetivo é orientar a população diante de eventos que possam representar perigo imediato.
O governo identificou até o momento dez alertas disparados a partir de um possível ataque cibernético que alcançou milhões de pessoas na madrugada deste sábado, 20, de acordo com o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff.
Moradores de diversos estados brasileiros receberam na madrugada deste sábado, 20, um Alerta Extremo falso enviado pela plataforma Defesa Civil Alerta com a palavra misantropia, que significa "horror à humanidade ou aversão à natureza humana".
O tipo de envio foi classificada como "Alerta Extremo", categoria reservada para situações de risco iminente à vida, como enchentes, deslizamentos e tempestades severas.
O secretário citou Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Brasília e Acre entre os locais que receberam alertas falsos, mas disse não conseguir precisar todas as localidades que registraram o ataque.
"A princípio, se eu não me engano, o primeiro alerta foi dado do Paraná, só que dentro do nosso sistema tem uma regra. Quem está no Paraná, cadastrado no Paraná, só consegue dar alerta para o estado do Paraná. Ele jamais conseguiria dar alerta para outros estados", afirmou, na manhã de hoje.
"E o levantamento, a varredura que foi feita dá conta de que houve 9 alertas usando o Cell Broadcast e 1 alerta usando o SMS", complementou.
Segundo ele, "o que parece ter ocorrido é que a pessoa ou as pessoas entraram, se cadastraram lá em algum sistema e fizeram alerta a partir de Curitiba".
"Não sei onde essa pessoa estava e nem quem é essa pessoa. Depois, a gente bloqueou uma outra pessoa. A mesma pessoa, não sei onde estava, entrou num outro lugar, com outro cadastro e fez um outro, fez nove vezes usando o sistema Cellbroacast e uma vez usando o SMS", continuou.
Segundo Wolff, milhões de brasileiros em vários estados foram alcançados pelas mensagens.
O secretário afirmou que ainda não é possível dizer se uma pessoa só conseguiu dar dez alertas, porque à medida que a área de tecnologia de informação tomou ciência dos ataques passou a cancelar o cadastro do usuário. "É difícil responder se uma ou mais pessoas participaram desse ato criminoso aí na madrugada de hoje", destacou.
"Eu não tenho como ainda, nessa altura, cravar como é que foi ou quem fez o acesso. Mas tudo indica que não é uma pessoa do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil, cadastrada pela Secretaria Nacional e que tem acesso, possibilidade de ter acesso regular a esse sistema", afirmou, afirmando que tudo leva a crer que foi um ataque hacker.
Ele disse ainda que as investigações da Polícia Federal, assim como a realizada por técnicos da diretoria de tecnologia de informação do ministério, vão ajudar a explicar como aconteceu o ataque e como alguém de fora da Defesa Civil conseguiu acessar o sistema, com ou sem senha.
"Temos que considerar o que aconteceu nesse ataque, né? Temos que avaliar e ter informações bastante seguras de como é que aconteceu esse ataque, como é que essas pessoas conseguiram furar a nossa segurança, ver se está atendido por esse desenvolvimento que está em andamento no Ministério e, no menor tempo possível, é uma questão de prioridade do governo federal, colocar essa nova versão que garanta mais segurança ao sistema", disse.
Wolff também disse não saber por que a pessoa usou a palavra misantropia e que não consegue estabelecer uma previsão para retorno para o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil.
"Quando ele estiver plenamente de segurança...e pelo menos nesses estados aí, a gente já foi capaz de fazer trocas das senhas, né? Para que tenha um mínimo de segurança que não vão ocorrer ataques novamente", disse.O governo identificou até o momento dez alertas disparados a partir de um possível ataque cibernético que alcançou milhões de pessoas na madrugada deste sábado, 20, de acordo com o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff.
Moradores de diversos estados brasileiros receberam na madrugada deste sábado, 20, um Alerta Extremo falso enviado pela plataforma Defesa Civil Alerta com a palavra misantropia, que significa "horror à humanidade ou aversão à natureza humana".
O tipo de envio foi classificada como "Alerta Extremo", categoria reservada para situações de risco iminente à vida, como enchentes, deslizamentos e tempestades severas.
O secretário citou Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Brasília e Acre entre os locais que receberam alertas falsos, mas disse não conseguir precisar todas as localidades que registraram o ataque.
"A princípio, se eu não me engano, o primeiro alerta foi dado do Paraná, só que dentro do nosso sistema tem uma regra. Quem está no Paraná, cadastrado no Paraná, só consegue dar alerta para o estado do Paraná. Ele jamais conseguiria dar alerta para outros estados", afirmou, na manhã de hoje.
"E o levantamento, a varredura que foi feita dá conta de que houve 9 alertas usando o Cell Broadcast e 1 alerta usando o SMS", complementou.
Segundo ele, "o que parece ter ocorrido é que a pessoa ou as pessoas entraram, se cadastraram lá em algum sistema e fizeram alerta a partir de Curitiba".
"Não sei onde essa pessoa estava e nem quem é essa pessoa. Depois, a gente bloqueou uma outra pessoa. A mesma pessoa, não sei onde estava, entrou num outro lugar, com outro cadastro e fez um outro, fez nove vezes usando o sistema Cellbroacast e uma vez usando o SMS", continuou.
Segundo Wolff, milhões de brasileiros em vários estados foram alcançados pelas mensagens.
O secretário afirmou que ainda não é possível dizer se uma pessoa só conseguiu dar dez alertas, porque à medida que a área de tecnologia de informação tomou ciência dos ataques passou a cancelar o cadastro do usuário. "É difícil responder se uma ou mais pessoas participaram desse ato criminoso aí na madrugada de hoje", destacou.
"Eu não tenho como ainda, nessa altura, cravar como é que foi ou quem fez o acesso. Mas tudo indica que não é uma pessoa do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil, cadastrada pela Secretaria Nacional e que tem acesso, possibilidade de ter acesso regular a esse sistema", afirmou, afirmando que tudo leva a crer que foi um ataque hacker.
Ele disse ainda que as investigações da Polícia Federal, assim como a realizada por técnicos da diretoria de tecnologia de informação do ministério, vão ajudar a explicar como aconteceu o ataque e como alguém de fora da Defesa Civil conseguiu acessar o sistema, com ou sem senha.
"Temos que considerar o que aconteceu nesse ataque, né? Temos que avaliar e ter informações bastante seguras de como é que aconteceu esse ataque, como é que essas pessoas conseguiram furar a nossa segurança, ver se está atendido por esse desenvolvimento que está em andamento no Ministério e, no menor tempo possível, é uma questão de prioridade do governo federal, colocar essa nova versão que garanta mais segurança ao sistema", disse.
Wolff também disse não saber por que a pessoa usou a palavra misantropia e que não consegue estabelecer uma previsão para retorno para o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil.
"Quando ele estiver plenamente de segurança...e pelo menos nesses estados aí, a gente já foi capaz de fazer trocas das senhas, né? Para que tenha um mínimo de segurança que não vão ocorrer ataques novamente", disse.O governo identificou até o momento dez alertas disparados a partir de um possível ataque cibernético que alcançou milhões de pessoas na madrugada deste sábado, 20, de acordo com o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff.
Moradores de diversos estados brasileiros receberam na madrugada deste sábado, 20, um Alerta Extremo falso enviado pela plataforma Defesa Civil Alerta com a palavra misantropia, que significa "horror à humanidade ou aversão à natureza humana".
O tipo de envio foi classificada como "Alerta Extremo", categoria reservada para situações de risco iminente à vida, como enchentes, deslizamentos e tempestades severas.
O secretário citou Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Brasília e Acre entre os locais que receberam alertas falsos, mas disse não conseguir precisar todas as localidades que registraram o ataque.
"A princípio, se eu não me engano, o primeiro alerta foi dado do Paraná, só que dentro do nosso sistema tem uma regra. Quem está no Paraná, cadastrado no Paraná, só consegue dar alerta para o estado do Paraná. Ele jamais conseguiria dar alerta para outros estados", afirmou, na manhã de hoje.
"E o levantamento, a varredura que foi feita dá conta de que houve 9 alertas usando o Cell Broadcast e 1 alerta usando o SMS", complementou.
Segundo ele, "o que parece ter ocorrido é que a pessoa ou as pessoas entraram, se cadastraram lá em algum sistema e fizeram alerta a partir de Curitiba".
"Não sei onde essa pessoa estava e nem quem é essa pessoa. Depois, a gente bloqueou uma outra pessoa. A mesma pessoa, não sei onde estava, entrou num outro lugar, com outro cadastro e fez um outro, fez nove vezes usando o sistema Cellbroacast e uma vez usando o SMS", continuou.
Segundo Wolff, milhões de brasileiros em vários estados foram alcançados pelas mensagens.
O secretário afirmou que ainda não é possível dizer se uma pessoa só conseguiu dar dez alertas, porque à medida que a área de tecnologia de informação tomou ciência dos ataques passou a cancelar o cadastro do usuário. "É difícil responder se uma ou mais pessoas participaram desse ato criminoso aí na madrugada de hoje", destacou.
"Eu não tenho como ainda, nessa altura, cravar como é que foi ou quem fez o acesso. Mas tudo indica que não é uma pessoa do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil, cadastrada pela Secretaria Nacional e que tem acesso, possibilidade de ter acesso regular a esse sistema", afirmou, afirmando que tudo leva a crer que foi um ataque hacker.
Ele disse ainda que as investigações da Polícia Federal, assim como a realizada por técnicos da diretoria de tecnologia de informação do ministério, vão ajudar a explicar como aconteceu o ataque e como alguém de fora da Defesa Civil conseguiu acessar o sistema, com ou sem senha.
"Temos que considerar o que aconteceu nesse ataque, né? Temos que avaliar e ter informações bastante seguras de como é que aconteceu esse ataque, como é que essas pessoas conseguiram furar a nossa segurança, ver se está atendido por esse desenvolvimento que está em andamento no Ministério e, no menor tempo possível, é uma questão de prioridade do governo federal, colocar essa nova versão que garanta mais segurança ao sistema", disse.
Wolff também disse não saber por que a pessoa usou a palavra misantropia e que não consegue estabelecer uma previsão para retorno para o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil.
"Quando ele estiver plenamente de segurança...e pelo menos nesses estados aí, a gente já foi capaz de fazer trocas das senhas, né? Para que tenha um mínimo de segurança que não vão ocorrer ataques novamente", disse.O governo identificou até o momento dez alertas disparados a partir de um possível ataque cibernético que alcançou milhões de pessoas na madrugada deste sábado, 20, de acordo com o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff.
Moradores de diversos estados brasileiros receberam na madrugada deste sábado, 20, um Alerta Extremo falso enviado pela plataforma Defesa Civil Alerta com a palavra misantropia, que significa "horror à humanidade ou aversão à natureza humana".
O tipo de envio foi classificada como "Alerta Extremo", categoria reservada para situações de risco iminente à vida, como enchentes, deslizamentos e tempestades severas.
O secretário citou Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Brasília e Acre entre os locais que receberam alertas falsos, mas disse não conseguir precisar todas as localidades que registraram o ataque.
"A princípio, se eu não me engano, o primeiro alerta foi dado do Paraná, só que dentro do nosso sistema tem uma regra. Quem está no Paraná, cadastrado no Paraná, só consegue dar alerta para o estado do Paraná. Ele jamais conseguiria dar alerta para outros estados", afirmou, na manhã de hoje.
"E o levantamento, a varredura que foi feita dá conta de que houve 9 alertas usando o Cell Broadcast e 1 alerta usando o SMS", complementou.
Segundo ele, "o que parece ter ocorrido é que a pessoa ou as pessoas entraram, se cadastraram lá em algum sistema e fizeram alerta a partir de Curitiba".
"Não sei onde essa pessoa estava e nem quem é essa pessoa. Depois, a gente bloqueou uma outra pessoa. A mesma pessoa, não sei onde estava, entrou num outro lugar, com outro cadastro e fez um outro, fez nove vezes usando o sistema Cellbroacast e uma vez usando o SMS", continuou.
Segundo Wolff, milhões de brasileiros em vários estados foram alcançados pelas mensagens.
O secretário afirmou que ainda não é possível dizer se uma pessoa só conseguiu dar dez alertas, porque à medida que a área de tecnologia de informação tomou ciência dos ataques passou a cancelar o cadastro do usuário. "É difícil responder se uma ou mais pessoas participaram desse ato criminoso aí na madrugada de hoje", destacou.
"Eu não tenho como ainda, nessa altura, cravar como é que foi ou quem fez o acesso. Mas tudo indica que não é uma pessoa do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil, cadastrada pela Secretaria Nacional e que tem acesso, possibilidade de ter acesso regular a esse sistema", afirmou, afirmando que tudo leva a crer que foi um ataque hacker.
Ele disse ainda que as investigações da Polícia Federal, assim como a realizada por técnicos da diretoria de tecnologia de informação do ministério, vão ajudar a explicar como aconteceu o ataque e como alguém de fora da Defesa Civil conseguiu acessar o sistema, com ou sem senha.
"Temos que considerar o que aconteceu nesse ataque, né? Temos que avaliar e ter informações bastante seguras de como é que aconteceu esse ataque, como é que essas pessoas conseguiram furar a nossa segurança, ver se está atendido por esse desenvolvimento que está em andamento no Ministério e, no menor tempo possível, é uma questão de prioridade do governo federal, colocar essa nova versão que garanta mais segurança ao sistema", disse.
Wolff também disse não saber por que a pessoa usou a palavra misantropia e que não consegue estabelecer uma previsão para retorno para o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil.
"Quando ele estiver plenamente de segurança...e pelo menos nesses estados aí, a gente já foi capaz de fazer trocas das senhas, né? Para que tenha um mínimo de segurança que não vão ocorrer ataques novamente", disse.
Moradores de diversos estados brasileiros receberam na madrugada deste sábado, 20, um Alerta Extremo falso enviado pela plataforma Defesa Civil Alerta com a palavra misantropia, que significa "horror à humanidade ou aversão à natureza humana".
O tipo de envio foi classificada como "Alerta Extremo", categoria reservada para situações de risco iminente à vida, como enchentes, deslizamentos e tempestades severas.
O secretário citou Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Brasília e Acre entre os locais que receberam alertas falsos, mas disse não conseguir precisar todas as localidades que registraram o ataque.
"A princípio, se eu não me engano, o primeiro alerta foi dado do Paraná, só que dentro do nosso sistema tem uma regra. Quem está no Paraná, cadastrado no Paraná, só consegue dar alerta para o estado do Paraná. Ele jamais conseguiria dar alerta para outros estados", afirmou, na manhã de hoje.
"E o levantamento, a varredura que foi feita dá conta de que houve 9 alertas usando o Cell Broadcast e 1 alerta usando o SMS", complementou.
Segundo ele, "o que parece ter ocorrido é que a pessoa ou as pessoas entraram, se cadastraram lá em algum sistema e fizeram alerta a partir de Curitiba".
"Não sei onde essa pessoa estava e nem quem é essa pessoa. Depois, a gente bloqueou uma outra pessoa. A mesma pessoa, não sei onde estava, entrou num outro lugar, com outro cadastro e fez um outro, fez nove vezes usando o sistema Cellbroacast e uma vez usando o SMS", continuou.
Segundo Wolff, milhões de brasileiros em vários estados foram alcançados pelas mensagens.
O secretário afirmou que ainda não é possível dizer se uma pessoa só conseguiu dar dez alertas, porque à medida que a área de tecnologia de informação tomou ciência dos ataques passou a cancelar o cadastro do usuário. "É difícil responder se uma ou mais pessoas participaram desse ato criminoso aí na madrugada de hoje", destacou.
"Eu não tenho como ainda, nessa altura, cravar como é que foi ou quem fez o acesso. Mas tudo indica que não é uma pessoa do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil, cadastrada pela Secretaria Nacional e que tem acesso, possibilidade de ter acesso regular a esse sistema", afirmou, afirmando que tudo leva a crer que foi um ataque hacker.
Ele disse ainda que as investigações da Polícia Federal, assim como a realizada por técnicos da diretoria de tecnologia de informação do ministério, vão ajudar a explicar como aconteceu o ataque e como alguém de fora da Defesa Civil conseguiu acessar o sistema, com ou sem senha.
"Temos que considerar o que aconteceu nesse ataque, né? Temos que avaliar e ter informações bastante seguras de como é que aconteceu esse ataque, como é que essas pessoas conseguiram furar a nossa segurança, ver se está atendido por esse desenvolvimento que está em andamento no Ministério e, no menor tempo possível, é uma questão de prioridade do governo federal, colocar essa nova versão que garanta mais segurança ao sistema", disse.
Wolff também disse não saber por que a pessoa usou a palavra misantropia e que não consegue estabelecer uma previsão para retorno para o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil.
"Quando ele estiver plenamente de segurança...e pelo menos nesses estados aí, a gente já foi capaz de fazer trocas das senhas, né? Para que tenha um mínimo de segurança que não vão ocorrer ataques novamente", disse.O governo identificou até o momento dez alertas disparados a partir de um possível ataque cibernético que alcançou milhões de pessoas na madrugada deste sábado, 20, de acordo com o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff.
Moradores de diversos estados brasileiros receberam na madrugada deste sábado, 20, um Alerta Extremo falso enviado pela plataforma Defesa Civil Alerta com a palavra misantropia, que significa "horror à humanidade ou aversão à natureza humana".
O tipo de envio foi classificada como "Alerta Extremo", categoria reservada para situações de risco iminente à vida, como enchentes, deslizamentos e tempestades severas.
O secretário citou Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Brasília e Acre entre os locais que receberam alertas falsos, mas disse não conseguir precisar todas as localidades que registraram o ataque.
"A princípio, se eu não me engano, o primeiro alerta foi dado do Paraná, só que dentro do nosso sistema tem uma regra. Quem está no Paraná, cadastrado no Paraná, só consegue dar alerta para o estado do Paraná. Ele jamais conseguiria dar alerta para outros estados", afirmou, na manhã de hoje.
"E o levantamento, a varredura que foi feita dá conta de que houve 9 alertas usando o Cell Broadcast e 1 alerta usando o SMS", complementou.
Segundo ele, "o que parece ter ocorrido é que a pessoa ou as pessoas entraram, se cadastraram lá em algum sistema e fizeram alerta a partir de Curitiba".
"Não sei onde essa pessoa estava e nem quem é essa pessoa. Depois, a gente bloqueou uma outra pessoa. A mesma pessoa, não sei onde estava, entrou num outro lugar, com outro cadastro e fez um outro, fez nove vezes usando o sistema Cellbroacast e uma vez usando o SMS", continuou.
Segundo Wolff, milhões de brasileiros em vários estados foram alcançados pelas mensagens.
O secretário afirmou que ainda não é possível dizer se uma pessoa só conseguiu dar dez alertas, porque à medida que a área de tecnologia de informação tomou ciência dos ataques passou a cancelar o cadastro do usuário. "É difícil responder se uma ou mais pessoas participaram desse ato criminoso aí na madrugada de hoje", destacou.
"Eu não tenho como ainda, nessa altura, cravar como é que foi ou quem fez o acesso. Mas tudo indica que não é uma pessoa do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil, cadastrada pela Secretaria Nacional e que tem acesso, possibilidade de ter acesso regular a esse sistema", afirmou, afirmando que tudo leva a crer que foi um ataque hacker.
Ele disse ainda que as investigações da Polícia Federal, assim como a realizada por técnicos da diretoria de tecnologia de informação do ministério, vão ajudar a explicar como aconteceu o ataque e como alguém de fora da Defesa Civil conseguiu acessar o sistema, com ou sem senha.
"Temos que considerar o que aconteceu nesse ataque, né? Temos que avaliar e ter informações bastante seguras de como é que aconteceu esse ataque, como é que essas pessoas conseguiram furar a nossa segurança, ver se está atendido por esse desenvolvimento que está em andamento no Ministério e, no menor tempo possível, é uma questão de prioridade do governo federal, colocar essa nova versão que garanta mais segurança ao sistema", disse.
Wolff também disse não saber por que a pessoa usou a palavra misantropia e que não consegue estabelecer uma previsão para retorno para o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil.
"Quando ele estiver plenamente de segurança...e pelo menos nesses estados aí, a gente já foi capaz de fazer trocas das senhas, né? Para que tenha um mínimo de segurança que não vão ocorrer ataques novamente", disse.O governo identificou até o momento dez alertas disparados a partir de um possível ataque cibernético que alcançou milhões de pessoas na madrugada deste sábado, 20, de acordo com o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff.
Moradores de diversos estados brasileiros receberam na madrugada deste sábado, 20, um Alerta Extremo falso enviado pela plataforma Defesa Civil Alerta com a palavra misantropia, que significa "horror à humanidade ou aversão à natureza humana".
O tipo de envio foi classificada como "Alerta Extremo", categoria reservada para situações de risco iminente à vida, como enchentes, deslizamentos e tempestades severas.
O secretário citou Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Brasília e Acre entre os locais que receberam alertas falsos, mas disse não conseguir precisar todas as localidades que registraram o ataque.
"A princípio, se eu não me engano, o primeiro alerta foi dado do Paraná, só que dentro do nosso sistema tem uma regra. Quem está no Paraná, cadastrado no Paraná, só consegue dar alerta para o estado do Paraná. Ele jamais conseguiria dar alerta para outros estados", afirmou, na manhã de hoje.
"E o levantamento, a varredura que foi feita dá conta de que houve 9 alertas usando o Cell Broadcast e 1 alerta usando o SMS", complementou.
Segundo ele, "o que parece ter ocorrido é que a pessoa ou as pessoas entraram, se cadastraram lá em algum sistema e fizeram alerta a partir de Curitiba".
"Não sei onde essa pessoa estava e nem quem é essa pessoa. Depois, a gente bloqueou uma outra pessoa. A mesma pessoa, não sei onde estava, entrou num outro lugar, com outro cadastro e fez um outro, fez nove vezes usando o sistema Cellbroacast e uma vez usando o SMS", continuou.
Segundo Wolff, milhões de brasileiros em vários estados foram alcançados pelas mensagens.
O secretário afirmou que ainda não é possível dizer se uma pessoa só conseguiu dar dez alertas, porque à medida que a área de tecnologia de informação tomou ciência dos ataques passou a cancelar o cadastro do usuário. "É difícil responder se uma ou mais pessoas participaram desse ato criminoso aí na madrugada de hoje", destacou.
"Eu não tenho como ainda, nessa altura, cravar como é que foi ou quem fez o acesso. Mas tudo indica que não é uma pessoa do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil, cadastrada pela Secretaria Nacional e que tem acesso, possibilidade de ter acesso regular a esse sistema", afirmou, afirmando que tudo leva a crer que foi um ataque hacker.
Ele disse ainda que as investigações da Polícia Federal, assim como a realizada por técnicos da diretoria de tecnologia de informação do ministério, vão ajudar a explicar como aconteceu o ataque e como alguém de fora da Defesa Civil conseguiu acessar o sistema, com ou sem senha.
"Temos que considerar o que aconteceu nesse ataque, né? Temos que avaliar e ter informações bastante seguras de como é que aconteceu esse ataque, como é que essas pessoas conseguiram furar a nossa segurança, ver se está atendido por esse desenvolvimento que está em andamento no Ministério e, no menor tempo possível, é uma questão de prioridade do governo federal, colocar essa nova versão que garanta mais segurança ao sistema", disse.
Wolff também disse não saber por que a pessoa usou a palavra misantropia e que não consegue estabelecer uma previsão para retorno para o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil.
"Quando ele estiver plenamente de segurança...e pelo menos nesses estados aí, a gente já foi capaz de fazer trocas das senhas, né? Para que tenha um mínimo de segurança que não vão ocorrer ataques novamente", disse.O governo identificou até o momento dez alertas disparados a partir de um possível ataque cibernético que alcançou milhões de pessoas na madrugada deste sábado, 20, de acordo com o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff.
Moradores de diversos estados brasileiros receberam na madrugada deste sábado, 20, um Alerta Extremo falso enviado pela plataforma Defesa Civil Alerta com a palavra misantropia, que significa "horror à humanidade ou aversão à natureza humana".
O tipo de envio foi classificada como "Alerta Extremo", categoria reservada para situações de risco iminente à vida, como enchentes, deslizamentos e tempestades severas.
O secretário citou Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Brasília e Acre entre os locais que receberam alertas falsos, mas disse não conseguir precisar todas as localidades que registraram o ataque.
"A princípio, se eu não me engano, o primeiro alerta foi dado do Paraná, só que dentro do nosso sistema tem uma regra. Quem está no Paraná, cadastrado no Paraná, só consegue dar alerta para o estado do Paraná. Ele jamais conseguiria dar alerta para outros estados", afirmou, na manhã de hoje.
"E o levantamento, a varredura que foi feita dá conta de que houve 9 alertas usando o Cell Broadcast e 1 alerta usando o SMS", complementou.
Segundo ele, "o que parece ter ocorrido é que a pessoa ou as pessoas entraram, se cadastraram lá em algum sistema e fizeram alerta a partir de Curitiba".
"Não sei onde essa pessoa estava e nem quem é essa pessoa. Depois, a gente bloqueou uma outra pessoa. A mesma pessoa, não sei onde estava, entrou num outro lugar, com outro cadastro e fez um outro, fez nove vezes usando o sistema Cellbroacast e uma vez usando o SMS", continuou.
Segundo Wolff, milhões de brasileiros em vários estados foram alcançados pelas mensagens.
O secretário afirmou que ainda não é possível dizer se uma pessoa só conseguiu dar dez alertas, porque à medida que a área de tecnologia de informação tomou ciência dos ataques passou a cancelar o cadastro do usuário. "É difícil responder se uma ou mais pessoas participaram desse ato criminoso aí na madrugada de hoje", destacou.
"Eu não tenho como ainda, nessa altura, cravar como é que foi ou quem fez o acesso. Mas tudo indica que não é uma pessoa do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil, cadastrada pela Secretaria Nacional e que tem acesso, possibilidade de ter acesso regular a esse sistema", afirmou, afirmando que tudo leva a crer que foi um ataque hacker.
Ele disse ainda que as investigações da Polícia Federal, assim como a realizada por técnicos da diretoria de tecnologia de informação do ministério, vão ajudar a explicar como aconteceu o ataque e como alguém de fora da Defesa Civil conseguiu acessar o sistema, com ou sem senha.
"Temos que considerar o que aconteceu nesse ataque, né? Temos que avaliar e ter informações bastante seguras de como é que aconteceu esse ataque, como é que essas pessoas conseguiram furar a nossa segurança, ver se está atendido por esse desenvolvimento que está em andamento no Ministério e, no menor tempo possível, é uma questão de prioridade do governo federal, colocar essa nova versão que garanta mais segurança ao sistema", disse.
Wolff também disse não saber por que a pessoa usou a palavra misantropia e que não consegue estabelecer uma previsão para retorno para o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil.
"Quando ele estiver plenamente de segurança...e pelo menos nesses estados aí, a gente já foi capaz de fazer trocas das senhas, né? Para que tenha um mínimo de segurança que não vão ocorrer ataques novamente", disse.
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