Publicado 04/08/2026 10:30
A greve dos trabalhadores da Companhia Militar de Transportes Metropolitanos (CPTM), iniciada à meia-noite desta terça-feira (4), causou a paralisação parcial do funcionamento de três linhas de trens (11-Coral, 12-Safira e 13-Jade). A estimativa é que cerca de um milhão de pessoas são afetadas.
A Justiça determinou que os funcionários mantenham 80% da capacidade dos trens em operação, mas o mínimo não foi cumprido na manhã desta terça-feira, o que causou grande lotação em outras estações em funcionamento.
PublicidadeA Justiça determinou que os funcionários mantenham 80% da capacidade dos trens em operação, mas o mínimo não foi cumprido na manhã desta terça-feira, o que causou grande lotação em outras estações em funcionamento.
Para auxiliar, o metrô colocou mais trens em funcionamento nas linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata.
Devido à greve, a prefeitura de São Paulo suspendeu o rodízio de carros. O sistema de ônibus Plano de Apoio entre Empresas de Transporte frente a Situação de Emergência (Paese) foi ativado e os veículos circulam na região das estações afetadas.
Às 7h50, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) registrava 412 quilômetros de congestionamento em toda a cidade.
Greve
Devido à greve, a prefeitura de São Paulo suspendeu o rodízio de carros. O sistema de ônibus Plano de Apoio entre Empresas de Transporte frente a Situação de Emergência (Paese) foi ativado e os veículos circulam na região das estações afetadas.
Às 7h50, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) registrava 412 quilômetros de congestionamento em toda a cidade.
Greve
Os trabalhadores da CPTM reivindicam junto ao governo de São Paulo revisão do processo de privatização das linhas, concluído em julho e temporariamente suspenso após um incêndio na primeira semana de atividades da empresa Trívia, que assumiu a concessão.
Entre os pleitos estão a garantia de emprego para 4 mil trabalhadores e o cancelamento da privatização, que consideram pouco transparente e lesiva aos interesses dos paulistas e dos trabalhadores.
Entre os pleitos estão a garantia de emprego para 4 mil trabalhadores e o cancelamento da privatização, que consideram pouco transparente e lesiva aos interesses dos paulistas e dos trabalhadores.
Leia mais
Comentários
Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.