Publicado 18/08/2026 08:46
A ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (Rede) relatou que foi intimidada por um homem durante um compromisso de campanha, na tarde desta segunda-feira (17), na capital paulista. Ela é candidata ao Senado Federal pelo estado.
Marina afirma que participava de uma caminhada no centro de São Paulo quando se afastou um pouco do grupo, evitando a aglomeração. Ao ver a ex-ministra fora do grupo maior, um homem não identificado a teria abordado com palavras e gestos agressivos.
Ela conta que se dirigiu a uma loja próxima, onde buscou abrigo, apoiada por seguranças do evento, no qual também estavam Fernando Haddad (PT), candidato ao governo paulista, e Simone Tebet (PSB), que também disputa o Senado por São Paulo.
“Eu já sei que essas pessoas fazem isso, não iria jamais ficar respondendo. Diante da paz com certeza o ódio recua. Eles estão fazendo isso o tempo todo em relação ao Haddad e agora fizeram em relação a mim”, afirmou Marina em entrevista aos jornalistas que acompanharam o ato.
Segundo a assessoria da candidata, não foi feito boletim de ocorrência da agressão até o momento. Ela declarou, ainda, que espera que esse não seja o tom da campanha, e que recairá o débito naqueles que não se manifestam sobre esse tipo de ação.
PublicidadeMarina afirma que participava de uma caminhada no centro de São Paulo quando se afastou um pouco do grupo, evitando a aglomeração. Ao ver a ex-ministra fora do grupo maior, um homem não identificado a teria abordado com palavras e gestos agressivos.
Ela conta que se dirigiu a uma loja próxima, onde buscou abrigo, apoiada por seguranças do evento, no qual também estavam Fernando Haddad (PT), candidato ao governo paulista, e Simone Tebet (PSB), que também disputa o Senado por São Paulo.
“Eu já sei que essas pessoas fazem isso, não iria jamais ficar respondendo. Diante da paz com certeza o ódio recua. Eles estão fazendo isso o tempo todo em relação ao Haddad e agora fizeram em relação a mim”, afirmou Marina em entrevista aos jornalistas que acompanharam o ato.
Segundo a assessoria da candidata, não foi feito boletim de ocorrência da agressão até o momento. Ela declarou, ainda, que espera que esse não seja o tom da campanha, e que recairá o débito naqueles que não se manifestam sobre esse tipo de ação.
“Aqueles que não desautorizam fazer esse tipo de prática acabam dando sua assinatura para essa forma de atingir a nossa democracia”, afirmou a candidata.
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