Publicado 26/08/2026 18:14
A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) protocolou duas ações contra os candidatos Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) nesta quarta-feira, 26, por causa de falas dos dois candidatos durante o debate promovido pela Band no domingo, 23. Lula faltou ao debate.
PublicidadeLEIA MAIS: Lula pede a Motta e Alcolumbre definir pautas relevantes no Congresso
Caiado tentou associar Lula às investigações em andamento na Polícia Federal contra seu filho Fábio Luís Lula da Silva e o ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro por suposto tráfico de influência. Também buscou igualar o caso com a apuração contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pelo financiamento do filme "Dark Horse".
"O escândalo do filme Dark Horse, amplamente divulgado pela mídia, não guarda qualquer tipo de vínculo com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Não obstante, o representado utiliza-se de um trocadilho para criar uma falsa associação e, consequentemente, confundir o eleitorado", disse a equipe jurídica na peça.
Renan atacou o presidente e o chamou de "bêbado" e "ladrão", entre outros xingamentos. No mesmo debate, o candidato sugeriu que Lula teria companhias melhores do que a da primeira-dama Janja da Silva. Depois, a primeira-dama divulgou nota repudiando as falas, que defende serem um ato de misoginia.
"Inequívoca, assim, a manobra perpetrada pelo candidato e pelo partido político para, extrapola os limites do debate político legítimo, atingir a honra e a reputação de Luiz Inácio Lula da Silva na medida em que lhe foram dirigidas imputações, imputações essas depois replicadas nas redes sociais, que consistem em calúnia, em difamação e em injúria", afirmou a equipe de Lula.
A campanha do petista pede que conteúdos feitos pelas equipes de Caiado e Renan com base nos vídeos do debate sejam tirados do ar. Também cobra que os dois candidatos sejam multados em R$ 30 mil por esses conteúdos.
Renan reitera declarações
Em nota à imprensa, Renan Santos reitera as declarações do candidato e diz se tratarem de "críticas políticas dirigidas a figuras públicas e à atuação do atual governo, plenamente inseridas no debate eleitoral". "Quem não tem altivez para suportar críticas não deveria disputar a Presidência da República, ou, no mínimo, deveria ter coragem para comparecer aos debates e defender a própria honra", diz, ao enfatizar que o presidenciável continuará a manter as declarações que vêm sendo feitas.
A equipe de Caiado ainda não se manifestou publicamente sobre as ações protocoladas pela campanha de Lula no TSE.
Caiado tentou associar Lula às investigações em andamento na Polícia Federal contra seu filho Fábio Luís Lula da Silva e o ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro por suposto tráfico de influência. Também buscou igualar o caso com a apuração contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pelo financiamento do filme "Dark Horse".
"O escândalo do filme Dark Horse, amplamente divulgado pela mídia, não guarda qualquer tipo de vínculo com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Não obstante, o representado utiliza-se de um trocadilho para criar uma falsa associação e, consequentemente, confundir o eleitorado", disse a equipe jurídica na peça.
Renan atacou o presidente e o chamou de "bêbado" e "ladrão", entre outros xingamentos. No mesmo debate, o candidato sugeriu que Lula teria companhias melhores do que a da primeira-dama Janja da Silva. Depois, a primeira-dama divulgou nota repudiando as falas, que defende serem um ato de misoginia.
"Inequívoca, assim, a manobra perpetrada pelo candidato e pelo partido político para, extrapola os limites do debate político legítimo, atingir a honra e a reputação de Luiz Inácio Lula da Silva na medida em que lhe foram dirigidas imputações, imputações essas depois replicadas nas redes sociais, que consistem em calúnia, em difamação e em injúria", afirmou a equipe de Lula.
A campanha do petista pede que conteúdos feitos pelas equipes de Caiado e Renan com base nos vídeos do debate sejam tirados do ar. Também cobra que os dois candidatos sejam multados em R$ 30 mil por esses conteúdos.
Renan reitera declarações
Em nota à imprensa, Renan Santos reitera as declarações do candidato e diz se tratarem de "críticas políticas dirigidas a figuras públicas e à atuação do atual governo, plenamente inseridas no debate eleitoral". "Quem não tem altivez para suportar críticas não deveria disputar a Presidência da República, ou, no mínimo, deveria ter coragem para comparecer aos debates e defender a própria honra", diz, ao enfatizar que o presidenciável continuará a manter as declarações que vêm sendo feitas.
A equipe de Caiado ainda não se manifestou publicamente sobre as ações protocoladas pela campanha de Lula no TSE.
Leia mais
Comentários
Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.