Publicado 25/09/2026 14:05
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) negou nesta sexta-feira (25), ter apoiado proposta para retirar Nossa Senhora Aparecida da condição de padroeira do Brasil. "É mentira que apoiei projeto para retirar Aparecida como padroeira do Brasil", declarou a jornalistas, após participar da cerimônia do curso de formação de praças da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.
Ele também negou que, se eleito, pretenda defender a mudança e acusou o adversário, o presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de tentar interferir na Igreja Católica.
"Respeito todas as religiões. Jamais vou falar para a Igreja Católica a forma que os padres têm ou não que induzir a sua Igreja Católica. Isso não é papel do Estado se meter na igreja, como o Lula faz", falou Flávio Bolsonaro.
As declarações vêm após comentários nas redes sociais afirmarem que o senador teria apoiado uma suposta pretensão de acabar com a condição de Nossa Senhora Aparecida como Padroeira do Brasil.
Flávio, que se declara evangélico, ainda ironizou a aproximação de Lula com as religiões cristãs durante o período eleitoral. "Lula virou cristão agora. A cada quatro anos, ele vira cristão e vai à igreja", afirmou.
Ele também negou que, se eleito, pretenda defender a mudança e acusou o adversário, o presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de tentar interferir na Igreja Católica.
"Respeito todas as religiões. Jamais vou falar para a Igreja Católica a forma que os padres têm ou não que induzir a sua Igreja Católica. Isso não é papel do Estado se meter na igreja, como o Lula faz", falou Flávio Bolsonaro.
As declarações vêm após comentários nas redes sociais afirmarem que o senador teria apoiado uma suposta pretensão de acabar com a condição de Nossa Senhora Aparecida como Padroeira do Brasil.
Flávio, que se declara evangélico, ainda ironizou a aproximação de Lula com as religiões cristãs durante o período eleitoral. "Lula virou cristão agora. A cada quatro anos, ele vira cristão e vai à igreja", afirmou.
"Lula virou um produto vencido, uma mercadoria vencida"
PublicidadeFlávio voltou a direcionar críticas ao governo federal. Ao dizer que o governo Lula teria "endividado o povo brasileiro" e contribuído para um cenário de insegurança, ele defendeu que o Brasil e o Estado do Rio de Janeiro querem mudanças.
"Lula virou um produto vencido, uma mercadoria vencida; é um material fatigado, que ninguém aguenta mais. Todo mundo já sabe que ele não vai entregar o que promete. É um governo que endividou o povo brasileiro, está todo mundo com medo de andar na rua, e essas são, para mim, as principais razões de a gente já estar liderando as pesquisas", sustentou. "Vamos conduzir este País. Daqui a nove dias, vocês verão Flávio Bolsonaro, presidente da República, no primeiro turno", complementou.
Para Flávio, o retrato apontado por pesquisas internas da campanha indicando sua liderança na intenção de voto, se comprova nas ruas. "Manda o Lula andar aqui no meio da tropa, aqui no meio do povo, no meio da rua, como eu estou fazendo, arrastando multidões."
No Sudeste, o candidato do PL concentra 37% das intenções de voto no primeiro turno ante 35% da candidatura do PT, segundo pesquisa Datafolha divulgada na quinta-feira (23%).
Flávio falou com jornalistas depois de participar da cerimônia do curso de formação de praças da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. O candidato ao Planalto foi acompanhado por Douglas Ruas, candidato ao governo do Rio de Janeiro, e por Carlos Portinho e Carlos Jordy, candidatos ao Senado, ambos pelo PL. A presença dos candidatos foi monitorada por um fiscal do TRE-RJ.
Para Flávio, o retrato apontado por pesquisas internas da campanha indicando sua liderança na intenção de voto, se comprova nas ruas. "Manda o Lula andar aqui no meio da tropa, aqui no meio do povo, no meio da rua, como eu estou fazendo, arrastando multidões."
No Sudeste, o candidato do PL concentra 37% das intenções de voto no primeiro turno ante 35% da candidatura do PT, segundo pesquisa Datafolha divulgada na quinta-feira (23%).
Flávio falou com jornalistas depois de participar da cerimônia do curso de formação de praças da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. O candidato ao Planalto foi acompanhado por Douglas Ruas, candidato ao governo do Rio de Janeiro, e por Carlos Portinho e Carlos Jordy, candidatos ao Senado, ambos pelo PL. A presença dos candidatos foi monitorada por um fiscal do TRE-RJ.
MP das bets é atitude "hipócrita, eleitoreira e populista"
Flávio criticoua intenção do governo Lula de editar uma medida provisória (MP) para proibir ou limitar as bets no País. Segundo Flávio, a medida é "hipócrita, eleitoreira e populista".
"É, mais uma vez, uma atitude populista, hipócrita, eleitoreira e ninguém garante que depois da eleição, ele não liberará tudo de novo, porque ele está jogando tudo nas eleições", declarou a jornalistas, após participar da cerimônia do curso de formação de praças da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.
Para Flávio, a MP das bets reflete o temor de Lula de perder a eleição. "Ele está desesperado. Não fez em quatro anos. Na véspera da eleição, ele quer tentar fingir que não foi ele quem aprovou e regulamentou o cassino online na mão dos brasileiros. O Lula é o pai do Tigrinho", falou.
Flávio voltou a afirmar que, se for eleito, pretende proibir os cassinos online, incluindo o chamado "jogo do tigrinho". Ele repetiu, porém, a sinalização de que manteria o funcionamento das apostas esportivas de quota fixa, as bets.
"Tem que fazer essa distinção muito clara. Uma coisa é você permitir, como já permitiu no Brasil há décadas, que brasileiros, por livre e espontânea vontade, possam apostar nos jogos que são reais, no jogo de futebol. E mesmo assim, tem que ter questionamentos. Sou contra, mas é o que sempre tem vigor", disse.
O evento também contou com Douglas Ruas (PL), candidato ao governo do Rio de Janeiro, e Carlos Portinho (PL) e Carlos Jordy (PL), candidatos ao Senado pelo Rio. A presença dos candidatos foi monitorada por um fiscal do Tribunal Regional Eleitoral. Flávio recebeu palmas ao ser anunciado no discurso do comandante da PM.
"É, mais uma vez, uma atitude populista, hipócrita, eleitoreira e ninguém garante que depois da eleição, ele não liberará tudo de novo, porque ele está jogando tudo nas eleições", declarou a jornalistas, após participar da cerimônia do curso de formação de praças da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.
Para Flávio, a MP das bets reflete o temor de Lula de perder a eleição. "Ele está desesperado. Não fez em quatro anos. Na véspera da eleição, ele quer tentar fingir que não foi ele quem aprovou e regulamentou o cassino online na mão dos brasileiros. O Lula é o pai do Tigrinho", falou.
Flávio voltou a afirmar que, se for eleito, pretende proibir os cassinos online, incluindo o chamado "jogo do tigrinho". Ele repetiu, porém, a sinalização de que manteria o funcionamento das apostas esportivas de quota fixa, as bets.
"Tem que fazer essa distinção muito clara. Uma coisa é você permitir, como já permitiu no Brasil há décadas, que brasileiros, por livre e espontânea vontade, possam apostar nos jogos que são reais, no jogo de futebol. E mesmo assim, tem que ter questionamentos. Sou contra, mas é o que sempre tem vigor", disse.
O evento também contou com Douglas Ruas (PL), candidato ao governo do Rio de Janeiro, e Carlos Portinho (PL) e Carlos Jordy (PL), candidatos ao Senado pelo Rio. A presença dos candidatos foi monitorada por um fiscal do Tribunal Regional Eleitoral. Flávio recebeu palmas ao ser anunciado no discurso do comandante da PM.
Leia mais
Comentários
Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.